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domingo, 26 de julho de 2009

1251 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

Life may be just a dream, but how do we interpret it? What we dream at night can give us clues about what is important to us in waking life. Dreams help us to process our conscious thoughts and can give us new and important insights into the problems and challenges we face in the world. Although we may have strange and unusual dreams, there are a number of common dreams that many of us experience over and over again. Read the interpretations below for an explanation of symbols that seem to appear frequently in dreams.

1250 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

1. Faulty or lost items: your phone won't work, your car breaks down, or you can't find your husband. This dream is alerting you to areas of your life that need repair or extra care right now. You may want to slow down and pay more attention to the realm of life indicated. For example, if you dream of your phone not working, notice how you are communicating to others now. Are you doing everything you can to get your message across in a positive way? If not, you may want to tune up this area of your life.

1249 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

2. Money: you received a windfall, or you lost your savings in the stock market. Money in dreams symbolizes what you value or find important in life. If you dream of suddenly receiving a sum of money, this indicates that you are at a time in your life when your values are becoming very clear to you. If you have dreams of losing money, you may be experiencing a time of feeling separated from your sense of meaning in life. Try to explore what has been important to you in the past to see if your values have changed or altered over time.

1248 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

3. You find yourself back in the classroom, or you've failed a test. This dream indicates that there is a challenge in your life and you fear failing. It also can mean that you may feel that you have regressed in some way and are not up to the task currently at hand. You may also feel judged or tested by an authority figure or someone who is in charge of you in some way.

1247 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

4. You or a loved one is ill or dying. You may be approaching a time of great change when some parts of your life are falling away and disappearing. This dream is helping you to practice the feelings of loss that you may be having as the elements of your life or your relationships with others change and evolve. It is rare that this dream forecasts an actual death or illness, but it still might be a good idea to get a checkup or pay extra attention to your health now.

1246 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

5. Being chased. Being chased in a dream indicates that you may be feeling you have a lot of responsibilities that you are having a hard time keeping up with. This dream is often known as a "stress dream," indicating that its presence is a sign to try to relax and slow down.

1245 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

6. Teeth: you're smiling with nice, clean teeth, or your teeth are breaking off or forming cavities. Teeth represent time, stability, and maturity. The state of the teeth in your dream will give important clues as to what your relationships and feelings are related to these important life themes.

1244 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

7. Nudity. Dreams where you or someone else appears nude relate to feelings of being exposed or vulnerable in waking life. You may currently be having an experience where everyone else seems to know about your problems and issues, and you are having a hard time processing your situation privately.

1243 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

8. Falling, flying, or sinking. Changing direction, either going up or down in a dream, indicates where your awareness is in waking life. Dreams of falling or sinking symbolize a time of being more aware of your unconscious mind and deepest innermost thoughts, feelings, and memories. Dreams of flying indicate that you are exploring your conscious mind at this time or connecting to the realm of spirits, angels, and other energetic beings.

1242 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

9. Water Water in dreams is a sign that a certain emotional situation or experience is of importance in your life. Now is a good time to pay particular attention to your feelings and the realm of the imagination, dreams, and fantasies. The condition or state of the water will give clues as to the exact nature of your experience. Hurricanes and storms can indicate more challenging emotional situations, and on the opposite side, gentle streams and lakes indicate a more calm and peaceful emotional state or even a love or romantic connection.

1241 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

10. Missing a boat, plane, bus, etc. Transportation vehicles in dreams symbolize the ability to move and act in the world. They represent our will, desire, and skill at accomplishing and manifesting our dreams and goals. When one of these vehicles is missing, it can mean that we are having a hard time finding the motivation to act and move in the world. We may need to reconnect with what drives or propels us into creatively manifesting our dreams. Developing the skill to interpret and make the most of your dream messages is an easy and enjoyable process and can be done by just about anyone.

1240 TOP 10 COMMON DREAMS EXPLAINED

Quick Tips to Interpret and Benefit from Your Dreams: 1. Keep a dream journal near your bed to record your dreams. 2. Read through your journal once a week and underline repeating dream symbols, terms, people, and themes that arise. 3. Use the guide above to track your current emotional state and life issues, and notice the patterns and timing of their evolution. 4. Try to identify any dream symbols (cars, teeth, water) that appear in your waking life, noticing which appear with greater frequency and the nature of your interaction with these symbols. Is there any overlap between your waking and dreaming life?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

981 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS

DREAM IS DESTINY NAMASTÊ

980 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

1-INTRODUÇÃO. “O sonho é a estrada real que conduz ao inconsciente”, escreveu Freud em sua obra-prima A Interpretação dos Sonhos (Die Traumdeutung) . O livro levou dois anos (1898 e 1899) para ser escrito e nele Freud edificou os principais fundamentos da teoria psicanalítica , constituindo como o ponto de apoio para todo o desenvolvimento posterior da sua obra.. Para Freud, a essência do sonho é a realização de um desejo infantil reprimido. E foi a partir desse princípio que ele elaborou as bases do método psicanalítico. Antes de Freud, os sonhos eram considerados apenas símbolos, analisados como se fossem premonições ou manifestações divinas. Freud , por meio da análise dos sonhos, mostrou a existência do inconsciente e transformou algo tido pela ciência como o lixo do pensamento, no caso os sonhos, em um instrumento revelador da personalidade humana. Os sonhos mostram uma clara preferência pelas impressões dos dias imediatamente anteriores. Têm à sua disposição as impressões mais primitivas da nossa infância e até fazem surgir detalhes desse período de nossa vida que, mais uma vez, parecem-nos triviais e que, em nosso estado de vigília, acreditamos terem caído no esquecimento há muito tempo. Para que um sonho seja interpretado é necessário que não tentemos entendê-lo de uma só vez, na sua totalidade, pois devido a ser formado no inconsciente só existe afetos e fragmentos da realidade, logo muito confuso no primeiro momento. Devemos dividi-lo em partes de acordo com o contexto do paciente e vamos decifrando-o lentamente sem adotar um critério cartesiano, pois o mesmo fragmento de um conteúdo pode ocultar um sentido diferente quando ocorre em várias pessoas ou em situações diferentes. O sonho é justamente o fenômeno da vida psíquica normal em que os processos inconscientes da mente são revelados de forma bastante clara e acessível ao estudo. Na concepção freudiana, o sonho é um produto da atividade do Inconsciente e que tem sempre um sentido intencional, a saber: a realização ou a tentativa de realização - mais ou menos dissimulada, de uma tendência reprimida. Assim, os sonhos revelam a verdadeira natureza do homem, embora não toda a sua natureza, e constituem um meio de tornar o interior oculto da mente acessível a nosso conhecimento. O sonho e as histéricas iniciam a psicanálise, dão-lhe, com Freud, o sopro inicial. Na Teoria dos Campos, é claro, também se pensa o sonho. Despertos, nossos atos, idéias, sentimentos arranjam-se segundo as linhas de força que, ao dormir, emergirão como um episódio onírico. Nossa identidade, com seus “Eus” em diálogo ou disputa, é composta de enredos que melhor se apreciam nos sonhos. As personagens de tais enredos povoam também nossa realidade, esgueirando-se entre os objetos do dia a dia, encarnando-se num amigo, numa pessoa que nos desperta a paixão, em nós mesmos. Sonho após sonho se fazem presentes; até que um desses nos permita interpretar seu sentido e despertar do sonho em que estávamos imersos. O sonho pode deixar-nos tocar a rosa que vemos — e, ainda assim, estaremos sonhando. Existe um critério para determinar se estamos sonhando ou acordados, e esse é o critério puramente empírico do fato de acordarmos. Tudo o que experimentamos entre adormecer e acordar é ilusório quando, ao despertar, verificamos que estamos deitados na cama. Durante o sono, tomamos as imagens oníricas por imagens reais graças ao nosso hábito mental (que não pode ser adormecido) de supor a existência de um modo externo com o qual estabelecemos um contraste com o nosso ego. Assim sendo, a interpretação dos sonhos desvela, sobretudo, os conteúdos mentais, pensamentos, dados e experiências que foram reprimidos ou recalcadas, excluídos da consciência pelas atividades de defesa do ego e superego e enviadas para o inconsciente. A parte do id cujo acesso à consciência foi impedido, é exatamente a que se encontra envolvida na origem das neuroses. Portanto, o interesse de Freud pelos sonhos teve origem no fato de constituírem eles processos normais, com os quais todos estão familiarizados, mas que exemplificam processos atuantes na formação dos sintomas neuróticos. Surge o sonho, via de regra, numa zona congestionada do entrelaçamento dos campos, de onde resulta que seu conteúdo exprima regras atinentes a distintos temas psíquicos simultaneamente; por isso não possui um só sentido latente, mas uma rede de significações emocionais, o sonho é um momento diagnóstico por excelência, identifica o sujeito. Não é absurdo pedir explicações e associações ao paciente que conta um sonho, quer dizer, tratar o sonho como episódio distinto e fenômeno isolável. Faça isso quando achar oportuno, mas não se esqueça que a forma pela qual o sonho foi narrado e o conjunto inteiro das idéias que o cercam, ainda e sobretudo se não lhe parecem conectadas, são associações também, potencialmente. Com o sonhador, o analista sonha empaticamente, deixando-se levar pela iluminação que o sonho propicia, sem pressa, esperando que a precipitação insemine-lhe as idéias, para poder operar no mesmo ritmo do campo onírico. O sonho é uma defesa do sono, a isso pode acrescentar-se que o sonho aberto, essa história visual que se vive de noite e se conta de dia, é a oportunidade para sair de um sonho, da surda corrente subterrânea dos temas de que o sonho trata, cuja lógica preside ocultamente a vigília, até que se possa manifestar num episódio constituído, ganhando estatuto de consciência. Segundo Freud, não existe nenhum fundamento nos fatos de que os sonhos tem o poder de adivinhar o futuro e nos sonhos não existem sentimentos morais. Como existe uma forte tendência a se esquecer um sonho, por obra da resistência, e quase todos assim se perdem, a função do analista é também de recordação. Ele tem a função de manter o sonho à tona por um tempo mais longo do que espontaneamente se daria e por acompanhar seu movimento de disseminação e nova concentração, e não é uma tarefa fácil, pois em nós também operam resistências.

979 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

2- UMA BREVE CRONOLOGIA DA ÉPOCA DE FREUD. 1856 - Em 6 de maio nasce Sigmund Freud, o fundador da psicanálise e autor da obra A Interpretação dos Sonhos, na cidade Freiberg, Morávia (hoje Pribor), na atual República Tcheca, então parte do Império Austríaco. Filho de Jacob Freud, comerciante de lãs, e de Amalia Nathanson, sua terceira esposa, é registrado com o nome Schlomo Sigismund. Aos 22 anos ele muda o prenome para Sigmund. 1873 - Freud ingressa na Universidade de Viena para estudar medicina. Forma-se oito anos depois. Nasce o psiquiatra e psicanalista húngaro Sandor Ferenczi, que virá a ser o discípulo preferido de Freud e também o clínico mais talentoso da história do freudismo. Nasce também Juliano Moreira, médico baiano que, depois de se formar em psiquiatria dinâmica na Europa, será um dos introdutores das idéias freudianas no Brasil. 1875 - Nasce o psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica Carl Gustav Jung. Fundador da escola de psicoterapia, especialista em psicoses e interessado pelo orientalismo, sua obra será tão abundante quanto a de Freud. 1876 - Freud desenvolve trabalhos em neurologia e fisiologia. 1879 - Nasce o psiquiatra e psicanalista inglês Ernest Jones, de grande importância para a história política do freudismo. Será o fundador da psicanálise na Grã-Bretanha e criador do Comitê Secreto, círculo formado por discípulos de Freud para discussões de temas ligados à psicanálise. Pioneiro da historiografia psicanalítica e da tradução inglesa da obra freudiana. Terá uma longa correspondência de 671 cartas com Freud. Fará um grande trabalho de implantação das idéias freudianas no Canadá e nos EUA. 1882 - É criada uma cátedra de clínica de doenças nervosas, da qual o médico e fisiologista francês Jean Martin Charcot é o titular. A neurologia passa assim a ser reconhecida como uma disciplina autônoma pela primeira vez. Charcot, ligado à história da histeria, da hipnose e das origens da psicanálise, é o último grande representante da psiquiatria dinâmica. 1885 - Freud viaja a Paris para iniciar um estágio com Charcot. Este terá papel fundamental na formação do jovem Sigmund. As várias cartas que trocaram estão traduzidas no livro "Lições da terça-feira". 1886 - Freud volta a Viena, onde se estabelece como médico e dirige o Departamento de Neurologia, primeiro instituto público para crianças. Entre 1886 e 1890 exerce medicina como especialista em doenças nervosas. Freud se casa com Martha Bernays, com quem terá 6 filhos. Anna Freud, a filha mais velha, se tornará psicanalista e fundará sua própria corrente. No ano seguinte, inicia estudos com hipnose. 1892 - Freud elabora o método das associações livres (técnica usada pela psicanálise na qual o paciente deve esforçar-se a dizer tudo que lhe vier à cabeça, principalmente aquilo que ele se sinta tentado a omitir). 1893 - Início da correspondência entre Freud e Wilhelm Fliess, seu amigo íntimo e médico voltado a estudos relacionados à sexualidade. A correspondência entre eles terá uma enorme importância no desenvolvimento de teoria psicanalítica de Freud. Charcot morre neste ano. 1895 - Publica com Josef Breuer Estudos sobre a Histeria. Freud faz a primeira interpretação de um sonho seu: "A injeção de Irma", que parece ser a encenação de um romance familiar das origens e da história da psicanálise. 1896- Surge pela primeira vez o termo psicanálise, para nomear um método específico da psicoterapia. No mesmo ano, a correspondência entre Fliess e Freud apresenta a expressão "aparelho psíquico" e seus três componentes: consciente, pré-consciente e inconsciente. 1897 - Através de correspondência com Wilhelm Fliess, Freud inicia o que ele chamaria de sua auto-análise. Freud escreve a Fliess dizendo que está abandonando a teoria da sedução, segundo a qual a principal causa das neuroses são os traumas causados nas crianças pelos adultos. Freud começa a redigir A Interpretação dos Sonhos. Primeira interpretação de Freud da tragédia de Édipo Rei, de Sófocles. 1899 - Publicação de A Interpretação dos Sonhos, de Freud (sua edição, porém, é datada de 1900). 1900 - Nasce o médico fundador da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Durval Ballegardi Marcondes. Marcondes toma conhecimento das obras de Freud aos 20 anos. 1901 - Nasce o psiquiatra e psicanalista francês Jacques Lacan, responsável por reformular a obra freudiana, dando-lhe um caráter mais filosófico e tirando-lhe o substrato biológico. Lacan elaborará inúmeros conceitos (imaginário, simbólico, real, significante, sujeito, psicologia dos povos) que enriquecerão as formulações clínicas. Será considerado o único verdadeiro mestre psicanalista da França. 1902 - Criada a primeira sociedade psicanalista do mundo, em Viena, com o nome de Sociedade Psicológica das Quartas-Feiras. 1903 - Freud analisa uma criança de 5 anos. É a primeira psicanálise feita em crianças. 1906 - Início das correspondências entre Freud e Jung. Amigo e discípulo de Freud até 1913, Jung estabelece com ele uma forte correspondência que chegou a 359 cartas. Jung já tinha uma concepção de inconsciente e do psiquismo quando decidiu se aproximar de Freud. O que o levou ao pai da psicanálise foi o fascínio por uma obra na qual acreditava encontrar a confirmação de suas hipóteses sobre as idéias fixas subconscientes, as associações verbais e os complexos. 1907 - Jung cria a Sociedade Freud em Zurique. Mais tarde, esta se torna a Associação Psicanalítica de Zurique. 1908 - Sandor Ferenczi visita Freud pela primeira vez, depois de ler A Interpretação dos Sonhos. A partir deste encontro, trocam cerca de 1.200 cartas durante 25 anos. Acontece o Primeiro Congresso Internacional de Psicanálise em Salzburgo, com o título: "Encontro dos psicólogos freudianos". Neste congresso, em que 42 membros de 6 países estiveram presentes, Freud encontra-se com Ernest Jones pela primeira vez. Acontece também o Primeiro Congresso sobre Psicanálise em Salzburgo, Áustria. Hermine von Hug-Hellmuth se torna a primeira mulher psicanalista de crianças. 1910 - Criada a a International Psychoanalytical Association (IPA), no II Congresso Internacional de Psicanálise de Nuremberg, sendo Carl Jung eleito seu primeiro presidente. A IPA virá a ser uma organização internacional responsável por reunir as sociedades de diferentes países. O médico chileno German Greve apresenta as teses freudianas pela primeira vez na América Latina, em um congresso de medicina em Buenos Aires. 1912 - Ernest Jones cria a American Psycoanalytic Association (APsaA). 1913 - Início do conflito entre Jung e Freud, após Jung tentar convencer Freud a dessexualizar sua doutrina. O conflito resultará, mais tarde, na ruptura definitiva entre eles. 1920 - A filha mais velha de Freud, Sofia, veio a falecer e depois o seu neto, filho de Sofia. 1921 - No Brasil, em São Paulo, Durval Marcondes começa a se orientar para a psicanálise. 1923 – Costata um câncer no maxilar de Freud, o que o leva a 33 cirurgias e a perder o maxilar superior, tendo de instalar aí uma prótese para separar a boca. Primeira difusão das obras de Freud em espanhol na América Latina. Publica O Ego e o Id. Surgem os primeiros sinais de câncer de boca. 1924 - A Sociedade Psicanalítica de Moscou passa a ser filiada à IPA, apesar de não receber o apoio de Ernest Jones. A filiação é defendida por Freud desde 1922. 1925 - Instauram-se as regras da psicanálise didática, que devem ser seguidas por todos os integrantes da IPA. Freud publica a sua auto-biografia. 1927 - Durval Marcondes e Franco da Rocha criam, em São Paulo, a Sociedade Brasileira de Psicanálise, a primeira sociedade freudiana da América Latina. Inicia-se o conflito entre europeus e americanos quanto à admissão de não-médicos na IPA. 1928 - O conflito leva à fundação da Associação Médica de Psicanálise em Paris, reservada apenas aos médicos. A Associação jamais se filiará à IPA. Publicação da primeira revista brasileira de psicanálise, sob responsabilidade de Durval Ballegardi. 1929 - A Sociedade Brasileira de Psicanálise é admitida na IPA. 1933-1939 - A terminologia freudiana é banida do vocabulário da psiquiatria e da psicologia da Alemanha. A psicanálise é considerada como uma ciência judaica. Neste período há uma grande emigração de psicanalistas alemães para a Argentina, Inglaterra e Estados Unidos. Os livros de Freud são queimados na Alemanha. 1934 - Jung é denunciado por excluir judeus de uma sociedade composta por psiquiatras e psicoterapeutas. É o início da polêmica da adesão de Jung ao nazismo. 1935 - Muitos titulares judeus de sociedades de psicanálise têm que se demitir para "salvar a psicanálise na Alemanha". 1936 - Adelheid Lucy Koch vem ao Brasil. Ela é a primeira psicanalista didática, responsável por iniciar Durval Marcondes e outros na psicanálise. Também contribuirá para que a Sociedade Brasileira de Psicanálise seja reconhecida pela IPA. 1938 - Fugindo do nazismo, fixa residência em Londres com a esposa e filhos. Com a ascensão do nazismo, os seus livros são queimados em praça pública. Os nazistas revistam sua casa e levam seus objetos de coleção de antiguidades. 1939 - Em 23 de setembro, Freud morre de um câncer de mandíbula, do qual padeceu durante 16 anos. Depois deste período ocorrem muitas controvérsias, resultando no desdobramento da psicanálise em várias correntes. Até 1997, o freudismo estaria implantado em 41 países do mundo. O país que mais possui psicanalistas por habitante é a França, seguido pela Argentina, a Suíça, os Estados Unidos e o Brasil.

978 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

3-FRAGMENTOS DA PRÉ-HISTÓRIA DOS SONHOS. A visão pré-histórica dos sonhos sem dúvida ecoou na atitude adotada para com os sonhos pelos povos da Antiguidade clássica. Eles aceitavam como axiomático que os sonhos estavam relacionados com o mundo dos seres sobre-humanos nos quais acreditavam, e que constituíam revelações de deuses e demônios. Não havia dúvida, além disso, de que, para aquele que sonhava, os sonhos tinham uma finalidade importante, que era, via de regra, predizer o futuro. A extraordinária variedade no conteúdo dos sonhos e na impressão que produziam dificultava, todavia, ter deles qualquer visão uniforme, e tornava necessário classificá-los em numerosos grupos e subdivisões conforme sua importância e fidedignidade. A posição adotada perante os sonhos por filósofos isolados na Antiguidade dependia, naturalmente, até certo ponto, da atitude destes em relação à adivinhação em geral. Nas duas obras de Aristóteles que versam sobre os sonhos, ele já se tornaram objeto de estudo psicológico. Informam-nos as referidas obras que os sonhos não são enviados pelos deuses e não são de natureza divina, mas que são “demoníacos”, visto que a natureza é “demoníaca”, e não divina. Os sonhos, em outras palavras, não decorrem de manifestações sobrenaturais, mas seguem as leis do espírito humano, embora este, é verdade, seja afim do divino. Definem-se os sonhos como a atividade mental de quem dorme, na medida em que esteja adormecido. Aristóteles estava ciente de algumas características da vida onírica. Sabia, por exemplo, que os sonhos dão uma construção ampliada aos pequenos estímulos que surgem durante o sono. “Os homens pensam estar caminhando no meio do fogo e sentem um calor enorme, quando há apenas um pequeno aquecimento em certas partes.” E dessa circunstância infere ele a conclusão de que os sonhos podem muito bem revelar a um médico os primeiros sinais de alguma alteração corporal que não tenha sido observada na vigília. Antes da época de Aristóteles, como sabemos, os antigos consideravam os sonho não como um produto da mente que sonhava, mas como algo introduzido por uma instância divina; e, já então, as duas correntes antagônicas que iremos encontrar influenciando as opiniões sobre a vida onírica em todos os períodos da história se faziam sentir. Traçou-se a distinção entre os sonhos verdadeiros e válidos, enviados ao indivíduo adormecido para adverti-lo ou predizer-lhe o futuro, e os sonhos vãos, falazes e destituídos de valor, cuja finalidade era desorientá-lo ou destruí-lo. Nos sonhos está a verdade: nos sonhos aprendemos a conhecer-nos tal como somos, a despeito de todos os disfarces que usamos perante o mundo, sejam eles enobrecedores ou humilhantes. O homem honrado não pode cometer um crime nos sonhos, ou, se o fizer, ficará tão horrorizado com isso como com algo contrário à sua natureza. Um imperador romano poderia condenar à morte um homem que sonhara ter assassinado o governante pois estaria justificado em fazê-lo, se raciocinasse que os pensamentos que se têm nos sonhos também se têm quando em estado de vigília. A expressão corriqueira ‘eu nem sonharia em fazer tal coisa’ tem um significado duplamente correto, quando se refere a algo que não pode encontrar guarida em nosso coração nem em nossa mente. Platão, ao contrário, considerava que os melhores homens são aqueles que apenas sonham com o que os outros fazem em sua vida de vigília. “É impossível pensar em qualquer ato de um sonho cuja motivação original não tenha passado, de um modo ou de outro — fosse como desejo, anseio ou impulso —, através da mente desperta.” Devemos admitir, prossegue Hildebrandt, que esse impulso original não foi inventado pelo sonho; o sonho simplesmente o copiou e desdobrou, meramente elaborou de forma dramática um fragmento de material histórico que encontrou em nós; meramente dramatizou as palavras do Apóstolo: “Todo aquele que odeia seu irmão é assassino.” [1 João 3, 15.] E embora, depois de acordarmos, conscientes da nossa força moral, possamos sorrir de toda a elaborada estrutura do sonho pecaminoso, mesmo assim o material original de que derivou a estrutura não conseguirá despertar um sorriso. Sentimo-nos responsáveis pelos erros do sonhador — não por sua totalidade, mas por uma certa percentagem. “Em suma, se compreendemos, nesse sentido quase incontestável, as palavras de Cristo, de que ‘do coração procedem os maus pensamentos’ [Mateus 15, 19], dificilmente escaparemos à convicção de que um pecado cometido num sonho traz em si pelo menos um mínimo obscuro de culpa. Robert descreve os sonhos como “um processo somático de excreção do qual nos tornamos cônscios em nossa reação mental a ele”. Os sonhos são excreções de pensamentos que foram sufocados na origem. “Um homem privado da capacidade de sonhar ficaria, com o correr do tempo, mentalmente transtornado, pois uma grande massa de pensamentos incompletos e não elaborados e de impressões superficiais se acumularia em seu cérebro e, por seu grande volume, estaria fadada a sufocar os pensamentos que deveriam ser assimilados em sua memória como conjuntos completos.” Os sonhos servem de válvula de escape para o cérebro sobrecarregado. Possuem o poder de curar e aliviar. Até meados do século XIX, os sonhos eram interpretados de acordo com os códigos das tradicionais "Chaves dos sonhos" que os viam como uma previsão do futuro. Seria necessária a intuição de alguns médicos alienistas e a audácia de alguns escritores para pressentir que o sonho fala sonhador sobre ele próprio. Mas antes de Freud, o conteúdo da mensagem permanecia indecifrável. Por seu título e conteúdo, onde os sonhos são vistos como uma linguagem premonitória sobrenatural, ele se inscreve numa leitura tradicional do onírico. No passado, a leitura encontra sua fonte na crença de que os sonhos são enviados por Deus, pouco a pouco colado a uma dimensão mágica (na melhor das hipóteses) ou satânica (na pior). A etimologia da palavra "cauchemar" (pesadelo) é reveladora desse deslocamento, "cocher" significa em francês arcaico "chevaucher" (cavalgar): o corpo do sonhador possuído pelo pesadelo é cavalgado pelos demônios. Incluído nesse feixe de superstições, o sonho é estranho ao sonhador, ele é enviado por um "outro", cuja identidade não é nunca conhecida. Ele tem o papel de mensageiro que força a olhar o futuro através de seu prisma. Esta vitalidade de práticas ligadas à superstição revela certa inércia de idéias. Ela prova um desconhecimento completo da natureza do imaginário noturno. Só a reflexão teológica sobre a responsabilidade moral do sonhador (assaltado de maus pensamentos ou de imagens eróticas que provocam ejaculações noturnas) tem o mérito de relacionar o indivíduo e o sonho que ele forma, tão estranhos um ao outro nas crenças populares. Quanto ao povo, este recorre aos ciganos, que eram perseguidos por ler os sonhos e punidos pelo código penal com uma multa de onze a quinze francos e prisão de cinco dias em caso de reincidência. No entanto, a moda da oniromancia declina na segunda metade do século. Várias razões podem, com cautela, ser levantadas. A mestiçagem das populações sob o efeito da revolução industrial e o êxodo rural que se segue contribuem para cortar a ligação com as crenças ancestrais. O progresso da instrução trabalha para desenraizar as superstições. A descristianização e recristianização contribuem ambas para matar a figura de Satã e seus acólitos. Por fim, todo um arsenal legislativo reforça a proibição de interpretar sonhos suscetíveis de favorecer os delírios de grandeza e as revoltas. As adivinhadoras perdem assim seu mistério: elas não são mais perseguidas por exercício de bruxaria, mas por abuso de confiança. Uma precaução política que priva o sonho de toda qualidade sobrenatural, sem, por isso, lhe fornecer uma nova identidade. Através da droga, atingir o sonho, uma escapada bem voluptuosa. Mas também se trata de ultrapassar a condição humana e alimentar a criação. "O haxixe será, para as impressões e os pensamentos familiares do homem, um espelho exacerbador, mas um puro espelho", escreve Baudelaire. A precisão da transcrição nos diários, as trocas epistolares, exprimem o interesse profundo e crescente pelo onírico. Essas narrativas desenham um caminho que leva à descoberta do inconsciente, mas ela é lenta pois vai de encontro às resistências cristalizadas em torno da suscetibilidade narcísica do sonhador. Freud no livro A Interpretação dos Sonhos relatou, “É difícil escrever uma história do estudo científico dos problemas dos sonhos porque, por mais valioso que tenha sido esse estudo em alguns pontos, não se pode traçar nenhuma linha de progresso em qualquer direção específica. Não se lançou nenhum fundamento de descobertas seguras no qual um pesquisador posterior pudesse edificar algo; ao contrário, cada novo autor examina os mesmos problemas de novo e recomeça, por assim dizer, do início.”.

977 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

4-FRAGMENTOS DA TEORIA DE INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS. Foi no decorrer dos estudos psicanalíticos que Freud se deparou com a interpretação dos sonhos. Seus pacientes assumiram o compromisso de lhe comunicar todas as idéias ou pensamentos que lhes ocorressem em relação a um assunto específico, e entre outras coisas, narravam os seus sonhos. Assim ensinaram a Freud que o sonho pode ser inserido na cadeia psíquica a ser retrospectivamente rastreada na memória a partir de uma idéia patológica. Freud disse que todo psicólogo é obrigado a confessar até mesmo suas próprias fraquezas, se acreditar que assim lança luz sobre algum problema obscuro. Enquanto Freud tratava Frau Emmy von N., em 1889-1890, descobriu que ela apresentava espontaneamente os seus sonhos um material descritivo significativo. Tendo já descoberto a transferência, a resistência e a necessidade de um ego autônomo em terapia, Freud abandonou a hipnose, que criava distorções e adicionava complicações a esses fatores essenciais, e voltou-se para a livre associação e o método que conhecemos como psicanálise. Freud usou então o sonho como ponto de partida para associações que, em última instância, conduziam até as idéias inconscientes que se ocultavam atrás de sintomas e sonhos e eram responsáveis por ambos. Pela primeira vez, o significado dos sonhos era cientificamente abordado. Todo material que compõe o conteúdo de um sonho é derivado, de algum modo, da experiência, ou seja, foi reproduzido ou lembrado no sonho. É possível que surja, no conteúdo de um sonho, um material que, no estado de vigília, não reconheçamos como parte de nosso conhecimento de nossa vigília, ou de nossa experiência. Lembramo-nos, naturalmente, de ter sonhado com a coisa em questão, mas não conseguimos lembrar se, ou quando, a experimentamos na vida real. Ficamos assim em dúvida quanto à fonte a que recorreu o sonho e sentimo-nos tentados a crer que os sonhos possuem uma capacidade de produção independente. Então, finalmente, muitas vezes após um longo intervalo, alguma nova experiência relembra a recordação perdida do outro acontecimento e, ao mesmo tempo, revela a fonte do sonho. Somos assim levados a admitir que, no sonho, sabíamos e nos recordávamos de algo que estava além do alcance de nossa memória de vigília. As emoções profundas da vida de vigília, as questões e os problemas pelos quais difundimos nossa principal energia mental voluntária, não são os que costumam se apresentar de imediato à consciência onírica. No que diz respeito ao passado imediato, são basicamente as impressões corriqueiras, casuais e `esquecidas’ da vida cotidiana que reaparecem em nossos sonhos. As atividades psíquicas mais intensamente despertas são as que dormem mais profundamente. Isso nos chama a atenção para o fato de os afetos nos sonhos não poderem ser julgados da mesma forma que o restante de seu conteúdo; e nos confrontamos com o problema de determinar que parte dos processos psíquicos que ocorrem nos sonhos deve ser tomada como real, isto é, que parte tem o direito de figurar entre os processos psíquicos da vida de vigília.

976 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

Existem quatro tipos de fontes de sonho: 1-Excitações sensoriais externas (objetivas): todo ruído indistintamente percebido provoca imagens oníricas correspondentes (ex.: trovoada, cantar de um galo, etc.…); sensações de frio, calor, etc.…(ex.: vontade de urinar, partes do corpo descobertas, etc..). 2-Excitações sensoriais internas (subjetivas) dos órgãos dos sentidos: excitações subjetivas da retina, alucinações hipnagógicas ou fenômenos visuais imaginativos. 3-Estímulos somáticos internos (orgânicos): distúrbios dos órgãos internos (ex.: causa sonhos de angústia) 4-Fontes psíquicas de estimulação : material importante para chegar no inconsciente, necessário para o tratamento psicanalítico.

975 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

Existem diversas causas para o nosso esquecimento dos sonhos. Geralmente esquecemos o que ocorre somente uma vez. Temos dificuldade em se lembrar o que é desordenado e confuso. Não damos importância significativa aos nosso sonhos. Consideramos o sonho algo enigmático e inexplicado. Embora seja verdade que os sonhos devem uma parte do seu conteúdo ao evento mental corrente, o resíduo do dia não é suficiente para produzí-los. Um sonho só se forma quando o evento corrente estabelece contato com um impulso do passado, especificamente com um desejo infantil. A experiência subjetiva que aparece na consciência durante o sono e que, após o despertar, chamamos de sonho, é apenas o resultado final de uma atividade mental inconsciente durante esse processo fisiológico que, por sua natureza ou intensidade, ameaça interferir com o próprio sonho. Ao invés de acordar, a pessoa sonha. Dormimos porque sonhamos em vez de sonhamos porque dormimos. Os sonhos das crianças pequenas são freqüentemente pura realização de desejos e são, nesse caso, muito desinteressantes se comparados com os sonhos dos adultos. Não levantam problemas para serem solucionados, mas, por outro lado, são de inestimável importância para provar que, em sua natureza essencial, os sonhos representam realizações de desejos. É possível que os sonhos aflitivos e os sonhos de angústia nos adultos, uma vez interpretados, revelem-se como realizações de desejos. O sonho é a realização de um desejo, um temor realizado, uma reflexão ou uma lembrança. O sonho de conveniência, satisfaz seus desejos e necessidades. A transformação de representações em alucinações não é o único aspecto em que os sonhos diferem de pensamentos correspondentes na vida de vigília. Os sonhos constroem uma situação a partir dessas imagens; representam um fato que está realmente acontecendo, eles “dramatizam” uma idéia. Mas essa faceta da vida onírica só pode ser plenamente compreendida se reconhecermos, além disso, que nos sonhos — via de regra, pois há exceções que exigem um exame especial — parecemos não pensar, mas ter uma experiência: em outras palavras, atribuímos completa crença às alucinações. Somente ao despertarmos é que surge o comentário crítico de que não tivemos nenhuma experiência, mas estivemos apenas pensando de uma forma peculiar, ou, dito de outra maneira, sonhando. É essa característica que distingue os verdadeiros sonhos do devaneio, que nunca se confunde com a realidade.

974 INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS EM FREUD

Vamos ver um exemplo de sonho de desejo interpretado por Freud : Aventurei-me a interpretar — sem nenhuma análise, mas apenas por meio de um palpite — um pequeno episódio ocorrido com um amigo meu que freqüentara a mesma classe que eu durante todo o nosso curso secundário. Um dia, ele ouviu uma palestra que proferi perante um pequeno auditório sobre a idéia inédita de que os sonhos eram realizações de desejos. Foi para casa e sonhou que perdera todos os seus casos (ele era advogado), e depois me contestou nesse assunto. Fugi à questão, dizendo-lhe que, afinal de contas, não se podem ganhar todos os casos. Mas pensei comigo mesmo: “Considerando que, por oito anos a fio, sentei-me no banco da frente como primeiro da classe, enquanto ele ficava ali pelo meio, ele dificilmente pode deixar de alimentar um desejo, remanescente de seus tempos de escola, de que mais dia menos dia, eu venha a me tornar um completo fracasso.” O trabalho do sonho está sujeito a uma espécie de exigência de combinar todas as fontes que agiram como estímulos ao sonho numa única unidade no próprio sonho. Os sonhos nunca dizem respeito a trivialidades: não permitimos que nosso sono seja perturbado por tolices. Os sonhos aparentemente inocentes revelam ser justamente o inverso quando nos damos ao trabalho de analisá-los. A fonte de um sonho pode ser: a) Uma experiência recente e psiquicamente significativa, que é diretamente representada no sonho. b) Várias experiências recentes e significativas, combinadas numa única unidade pelo sonho. c) Uma ou mais experiências recentes e significativas, representadas no conteúdo do sonho pela menção a uma experiência contemporânea, mas irrelevante. d) Uma experiência significativa interna (por exemplo, um lembrança ou um fluxo de idéias), que é, nesse caso, invariavelmente representada no sonho por uma menção a uma impressão recente, irrelevante.