Este Blog é um Canal Transdisciplinar, portal de intercâmbio entre disciplinas acadêmicas e conhecimentos holísticos que fundamentam o trabalho terapêutico de Everton Cardoso Junior. Seu Canal para o Conhecimento que leva ao Autoconhecimento. Vejam meu Canal no YouTube www.youtube.com/c/iemc2
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Namastê
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Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas
Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais.
Eles resistem aos piores esforços. Provas que duram de dez horas a seis dias. São os atletas de alta performance. Saudáveis? Sim, mas com um alto desgaste para o corpo. O esforço extremo libera no corpo os radicais livres, que aceleram o envelhecimento.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”, diz o dentista Vescio Barreto.
Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em Natal, no Rio Grande do Norte.
Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos deles ficaram desconfiados.
“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o administrador Karim Barreto.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros: erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São ótimos antioxidantes.
“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito, era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia Moreira.
Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha. Queriam algo que pudesse virar uma rotina.
“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”, assegura Ana Vládia Moreira.
E também é um chá simples, fácil de fazer.
“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta, colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.
A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja, não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.
A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA, substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.
"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista Inês Greca.
"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois desse tratamento", afirma Karim Barreto.
E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.
“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de beber”, explica a cientista de alimentos.
A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa pode combater um grande problema entre atletas amadores: a automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com automedicação”, diz.
Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi animador.
“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.
Fluminense is an iconic, idiosyncratic veteran of Brazilian football. FIFA.com delivers the inimitable tale of the third-oldest existing football club in the country and the oldest in Rio de Janeiro, whose patriotic, passionate supporters have celebrated over 10,000 goals, ranging from the breathtaking to the last-gasp to the bizarre.
Birth of an institution
Born in Rio to an English diplomat father, Oscar Cox was studying in Switzerland when he became obsessed with forming a football club in his home city. He realised this goal on 21 July 1902 and three months later, Fluminense Football Club overwhelmed Rio FC 8-0 on their debut.
The team adopted their hallowed claret-green-and-white striped jerseys in 1904, and won the first Campeonato Carioca two years later. State honours followed in 1907, 1908 and 1909, the former shared with Botafogo, which provoked fierce contention.
However, a more intense rivalry was born after the Campeonato Carioca 1911. No fewer than nine of Fluminense's title-winning players defected to Flamengo. Had James Calvert and Oswaldo Gomes followed the crowd, the club's existence may have come under scrutiny. Instead, they helped O Tricolor Carioca survive and triumph 3-2 in the inagural Fla-Flu duel.
Making of a legend
Harry Welfare, a robust former Liverpool striker, helped establish Fluminense, courtesy of 163 goals in 166 appearances and three consecutive state prizes from 1917. After a barren period thereafter, Flu won five of six Carioca crowns between 1936 and 1941, the charm and prosperity of this side indebted to midfielder Romeu, right-winger Pedro Amorim, forward Preguinho and particularly Tim, a left-lying playmaker to whom the extraordinary was second nature.
More luminaries graced the Laranjeiras over the next three decades, namely midfielder Didi, future Brazil coach Tele, and Waldo, scorer of a club-record 314 goals in 403 games. But if that period delivered moderate success, the 1970s proved the most fruitful in Fluminense's history. It began with their maiden national crown, ended with four state titles, and was illuminated by the inconceivable dribbles and swerving thunderbolts of the greatest player in their history.
The goalkeeping of Felix, dynamism of midfielder Denilson and prolificacy of Mickey headlined their conquest of the Torneio Roberto Gomes Pedrosa, a precursor to the Brasileirao, and Nense won the Campeonato Carioca in 1971 and 1973, when the average age of their triumphant side was a mere 24. Nicknamed YoungFlu, Ze Maria, Ze Roberto, Cleber, Rubens Galaxe and the outstanding Pintinho would soon be joined by Rivelino, who was in his late-20s and his immaculate prime yet had curiously failed to win a title a club level.
That would all change in Rio de Janeiro, his three-year tenure incorporating 158 appearances, 53 goals and victorious Campeonato Carioca campaigns in 1975 and 1976. Moreover, A Maquina reached the semi-finals of the Brasileirao during these years. Rivals fans' taunts of timinho (little team) were extinguished. Rivelino had given birth to O Fluzão.
Riva's departure sent Fluminense into mild decline, but their capture of regional gold in 1983 - thanks to a solitary Assis goal against Flamengo with just 15 seconds remaining - hinted that their emerging side was on the cusp of something special.
That something special was the Brasileirao title, which owed much the output of Casal 20, a partnership between Assis and Washington. Although distanced by age and height (Washington was eight years younger and significantly taller), they shared an extrasensory, irrepressible bond. Coach Carlos Alberto Parreira, keeper Paulo Victor, centre-back Ricardo Gomes, left-back Branco and forward Romerito also made significant contributions to this conquest.
The 1990s would have been forgettable for Fluminense, save for a night of compelling drama at the Maracana. There, Renato Gaucho scored arguably the most famous goal in the history of the Campeonato Carioca - a late effort with his belly against Flamengo - to snatch Flu their first title in ten years.
This joy was, nevertheless, to be short lived. The agony of relegation into Serie B befell Fluminense in 1998, followed by the humiliation of demotion into Serie C the following year.
The recent years
Fluminense began the century by resurfacing among Brazil's elite and, after a spell of mediocrity, they won the Copa do Brasil 2007 to earn a ticket into the Copa Libertadores 2008. Inspired by Thiago Silva and Thiago Neves, they cruised into the last eight, where an 11th-hour Washington goal against Sao Paulo snatched a place in the semi-finals from the jaws of elimination. Defending champions Boca Juniors then bowed to O Fluzão, before they agonisingly lost on penalties to LDU in the final.
The stadium
The Estadio das Laranjeiras was built in 1905 and, on Fluminense's 12th birthday, hosted the Brazilian national team's debut: a 2-0 friendly victory over English outfit Exeter City. The stadium's capacity has since been reduced from a high of 32,000 to 8,000 and, consequently, O Tricolor Carioca now play their home matches at the Maracana.
Legendary Players
Harry Welfare (1913-24), Marcos (1914-22), Preguinho (1925-35, 1937-38), Romeu (1935-42), Tim (1937-43), Ademir (1946-47), Castilho (1947-64), Didi (1949-56), Pinheiro (1949-61), Tele (1951-60), Waldo (1954-61), Carlos Alberto (1964-65, 1976), Lula (1965-73), Flavio (1969-71), Marco Antonio (1969-76), Gerson (1972-74), Edinho (1973-82, 1988-89), Gil (1973-76), Paulo Cesar (1975-76), Rivelino (1975-78), Dirceu (1976-77), Doval (1976-79), Marinho (1977-78), Assis (1983-87), Ricardo Gomes (1983-88), Washington (1983-89), Branco (1983-87, 1994), Romerito (1984-88), Renato Gaucho (1995-97), Romario (2002-04), Thiago Neves (2006-08).
Fluminense checked into their first Copa Libertadores final on Wednesday evening after producing a late surge to beat Boca Juniors 3-1 in front of nearly 90,000 delirious fans at the Maracana. The comprehensive victory completed a 5-3 aggregate win for Renato Gaucho's side, who became the first Brazilian side in 45 years to knock Boca out of the continent's elite club competition.
Lining up against O Fluzão in the two-legged final are LDU of Ecuador, who ended America's hopes in the other semi-final on Tuesday. The two sides, who crossed swords in the group phase, have never ventured this far before and whoever emerges victorious in early July will see their name engraved on the much-coveted trophy for the very first time.
"We've made history," declared Washington, scored of his side's first goal, moments after the final whistle had sounded. "We came through a very tough group and then beat Sao Paulo and Boca. We deserve to be in the final."
While paying tribute to a battling Boca side who, if anything, played the better football on the evening, Flu's Argentinian playmaker Dario Conca was in no doubt his side are in the final on merit. "That's football for you and we got our reward. We put in a good performance, we never let our heads drop and we've beaten a very good side. I think we deserve to be in the final."
We were far and away the better side over the two games. We created a lot more chances but we didn't put as many of them away as we should have
Boca coach Carlos Ischia laments his side's poor finishing.
"Sadly we've missed out on the final and I thought we deserved better," lamented Boca coach Carlos Ischia. " We were far and away the better side over the two games. We created a lot more chances but we didn't put as many of them away as we should have. And in football the team who makes all the running doesn't always come out on top."
A gripping occasion
Despite holding the advantage from the first leg, Fluminense went on the offensive from the off. The first chance of the evening fell to Washington, who shot over from close range after expertly chesting the ball down.
But even on the back foot, Boca carry plenty of threat and with the likes of Juan Riquelme, Jesus Datolo, Martin Palermo and Rodrigo Palacio in their ranks, it was not going to take long for the visitors to launch a response, which duly came when Palermo shot wide. Emboldened, Boca emerged from their shell. Finding plenty of space down the flanks, the visitors began to carve out some meaningful chances and Fernando Henrique had to be alert to deny them on three separate occasions.
The pattern remained unchanged after the break as Boca continued to probe away. Their reward came just before the hour mark, when Datolo scampered away down the left and picked out Palermo at the far post with a precise cross. The former Real Betis man's header gave Henrique no chance.
To their credit, the hosts got down to the job of finding an equaliser, which came when Washington arrowed home a textbook free-kick. And just 12 minutes after falling behind, Fluminense took the lead when Conca's drive took a deflection off Hugo Ibarra to leave Pablo Migliore stranded.
Boca were not done yet, however. Several times they came close to levelling the tie only to be denied by Fernando Henrique. But with the holders committed to all-out attack, Fluminense had chances of their own and when Dodo intercepted a misplaced pass from Palacio in injury time, he made no mistake.
Having disposed of the six-time champions, the Brazilians now have LDU and a possible place at December's FIFA Club World Cup Japan 2008 in their sights. Their long wait for continental glory may just be coming to an end.
TESTEMUNHA OCULAR DESTE MARAVILHOSO CAPÍTULO DA HISTÓRIA TRICOLOR. REPRESENTANDO O BRASIL, O FLUZÃO SUPEROU ESSE TIMAÇO DO BOCA, BICHO-PAPÃO DE LIBERTADORES E EXTERMINADOR DE TIMES TUPINIQUINS... PARABÉNS AO TIME E A TORCIDA TRICOLOR. ESTAMOS A CAMINHO DA HISTÓRIA, ESTAMOS NA FINAL DA LIBERTADORES 2008!!!
MAS PARA CONQUISTARMOS O TÍTULO ALÉM DE SUPERARMOS O COMPETENTE TIME DA LDU E A ALTITUDE DE QUITO, TEMOS QUE TRAVAR O “BOM COMBATE” – AQUELE EM QUE LIDAMOS COM NOSSAS PRÓPRIAS SOMBRAS. AS LIÇÕES DO JOGO DE ONTEM NÃO PODEM SER ESQUECIDAS.
O PLACAR DO JOGO FOI MENTIROSO. O FLU NÃO FOI SUPERIOR AO BOCA. O BOCA É UM TIMAÇO. TODOS OS ELOGIOS SÃO POUCOS. ACOMPANHO O FUTEBOL HÁ MAIS DE 30 ANOS E NUNCA VI UM TIME COM UMA POSTURA TÃO “À VONTADE” AO JOGAR ONTEM TOMANDO A INICIATIVA DO JOGO E BUSCANDO O RESULTADO, ENQUANTO O FLU, ACUADO, NÃO CONSEGUIA DESENVOLVER SEU JOGO. VI UM TIME QUERENDO JOGAR PELO RESULTADO, DAR CAMPO AO BOCA PARA SAIR NO CONTRA-ATAQUE, MAS A TÁTICA EXPÔS O FLUMINENSE DURANTE TODO 1° TEMPO AO PREDOMÍNIO INSISTENTE, COMPETENTE E PERIGOSO. E O FLUMINENSE NÃO AGREDIA. AINDA ASSIM, A MELHOR CHANCE FOI DO FLU, NUMA MATADA DO WASHINGTON, DA MARCA DO PÊNALTI, A BOMBA FOI POR CIMA... ERA UM SINAL DE QUE A NOITE PODERIA SER TRICOLOR.
EU, PARTICULARMENTE, TINHA CERTEZA DA VITÓRIA, MAS ESTAVA VENDO UM JOGO ONDE O GIGANTE ERA O BOCA. PARA MIM O FLU DEVERIA TER BUSCADO A VITÓRIA DESDE O INÍCIO. QUANDO PRECISOU DELA, ENCONTROU OS GOLS... POIS MESMO UM GIGANTE POSSUI SUAS FRAGILIDADES E, NO CASO DO BOCA, O SEU PONTO MAIS VULNERÁVEL É A DEFESA. E O ATAQUE DO FLUMINENSE É O SEU PONTO FORTE – DE UM TIME QUE TEM SOLIDEZ. EM ESPECIAL CONTANDO COM A PRESENÇA DE DODÔ. DODÔ É O CRAQUE DO FLUMINENSE, NÃO PODE FICAR DE FORA, ELE MUDOU O JOGO: 1° GOL SOFREU A FALTA; 2° GOL FEZ A ASSISTÊNCIA; 3° GOL FECHOU O CAIXÃO! O CÍCERO SENTIU O JOGO DE ONTEM, NO PRIMEIRO TEMPO ERROU TUDO. DODÔ TEM QUE JOGAR!
ELE MUDOU A HISTÓRIA DO JOGO CONTRA O SÃO PAULO E “RECORDAR É VIVER”, MUDOU A HISTÓRIA DO JOGO DE ONTEM. MAS O FLUMINENSE PRECISOU LEVAR O GOL E DEIXAR, POR SEIS MINUTOS, QUE A IMENSA TORCIDA PORTENHA, ACRESCIDA DOS RIVAIS LOCAIS, ACREDITASSE QUE “A HISTÓRIA SE REPETIRIA” E O BOCA ELIMINARIA, EM PLENO MARACANÃ, MAIS UM CLUBE BRASILEIRO. DIRIA MARX QUE “A HISTÓRIA SÓ SE REPETE ENQUANTO FARSA”, EU COMO TESTEMUNHA OCULAR DESSE HISTÓRICO CONFRONTO POSSO ATESTAR: NÃO HOUVE FARSA ALGUMA POIS A HISTÓRIA NÃO SE REPETIU. POR QUÊ?
POR QUE O RENATO IMEDIATAMENTE COLOCOU O DODÔ. E ELE MUDOU O JOGO. QUANDO RIQUELME, PALACIO, PALERMO & CIA – QUE TIMAÇO! – PARECIAM TER DADO O GOLPE MORTAL, DODÔ SOFRE FALTA E WASHINGTON FAZ UM GOLAÇO – COMPREI MINHA CAMISA DO FLU NÚMERO 9 EM HOMENAGEM A ELE, QUE TEM NOME DE ARTILHEIRO TRICOLOR, É ARTILHEIRO NATO E ESTÁ SENDO E SERÁ AINDA MAIS FELIZ NO FLU. O BOCA VOLTA PARA O ATAQUE, MAS COM DODÔ O CONTRA-ATAQUE FUNCIONA, ELE PUXA PELO MEIO E TOCA PARA CONCA LIVRE, QUE AVANÇA PELA INTERMEDIÁRIA E, AO TENTAR CRUZAR PARA DODÔ NA ÁREA A BOLA DESVIA NA ZAGA E ENTRA. CONCA É JOGADOR DE SELEÇÃO, BASILE, DÁ UMA CHANCE AO GAROTO! E FECHANDO O CAIXÃO, A ZAGA DO BOCA, UM TANTO ATORDOADO PELA VIRADA TRICOLOR, FALHA E DODÔ DEIXA SUA MARCA.
O FLUMINENSE GANHOU DE UM GIGANTE POR QUE TAMBÉM É GIGANTE, MAS AINDA TEM QUE APRENDER A JOGAR LIBERTADORES, ONTEM A SORTE NOS SORRIU, MAS NÃO PODEMOS COMETER A SOBERBA, SE A SORTE NOS SORRIU, FOMOS AGRACIADOS, SE RECEBEMOS UMA GRAÇA, AGREDECEMOS: OBRIGADO DEUS PELO PRESENTE, POSSAMOS NÓS RECEBER A GRAÇA DE MAIS UMA VITÓRIA NOS PRÓXIMOS 180 MINUTOS.
OBRIGADOS AOS DEUSES DO FUTEBOL E ENTIDADES SAGRADAS DO MARACANÃ, QUE NÓS POSSAMOS NOS SAGRAR CAMPEÕES NESTE TEMPLO SAGRADO QUE É A CASA DA TORCIDA TRICOLOR.
COM CORAGEM, HUMILDADE E TALENTO PODEMOS SER CAMPEÕES.
COM COMPANHEIRISMO, GARRA E OBJETIVIDADE SEREMOS CAMPEÕES.
Fluminense scored three times in the last half hour to beat champions Boca Juniors 3-1 on Wednesday and reach the Copa Libertadores final for the first time.
The Brazilians won their semi-final tie 5-3 on aggregate after coming from behind to beat six-time champions Boca in a pulsating second leg at the Maracana. They now face Ecuadorean champions LDU, who will also be making their first appearance in the final.
Fluminense survived an amazing onslaught by Boca before Dodo scored their third goal in injury-time to clinch the win.
Fluminense goalkeeper Fernando Henrique prevented Boca from grabbing a halftime lead when he turned away a header by Martin Palermo in the 40th minute. The burly Boca striker had also twice before been close, and his persistence was rewarded in the 58th minute when he got away from his marker to head in Jesus Datolo's cross at the far post.
Fluminense replied five minutes later when forward Washington curled in a 25-metre free kick, and went ahead in the 71st minute when Boca defender Hugo Ibarra turned Dario Conca's wayward shot into his own goal.
Fluminense then had to cling on desperately as they survived a fierce spell of Boca pressure. Henrique saved a shot from Sebastian Battaglia, and then tipped away a Palermo header before Pablo Ledesma had a shot blocked on the line by Thiago Silva.
Another Ledesma shot bobbled narrowly wide of the goal before Henrique made a spectacular save on his goal line to stop another Palermo header. Datolo also went close with a bicycle kick.
Fluminense made the game safe in the third minute of injury-time when Rodrigo Palacio, trying to play his way out of defence, sent a pass straight to Dodo, who coolly slotted the ball past Pablo Migliori.
Ficha técnicaFLAMENGO 1 x 4 FLUMINENSE FLAMENGODiegoLuizinhoThiago SalesRodrigo ArrozEgídioCristianLeo MedeirosColace(Marcinho)KlebersonDiego Tardelli(Maxi)ObinaT: Joel SantanaFLUMINENSEFernando HenriqueRafaelRogerAndersonGustavo NeryFabinhoRomeuAroucaConca(Maurício) CíceroThiago NevesT: Renato GaúchoGols: Kleberson, aos cinco minutos, Thiago Neves, aos oito, 28, 33 e Maurício aos 41 minutos do segundo tempoCartões amarelos: Colace (Fla), Leo Medeiros (Fla), Arouca (Flu), Gustavo Nery (Flu), Diego Tardelli (Fla), Romeu (Flu), Thiago Sales (Fla)Árbitro: João Batista de ArrudaAuxiliares: Jackson Lourenço e Marcelo FonsecaData: 10/2/2008Estádio: Maracanã, no Rio de JaneiroRenda: R$ 630.691,00Público: 39.056 pagantes (42.543 presentes)
Fla-Flu, abreviação de Flamengo contra Fluminense, é o termo utilizado no Brasil para a disputa, mais especificamente, a partida de futebol entre os times cariocas do Flamengo e do Fluminense. Este evento é um "clássico" do futebol brasileiro, também batizado por Mário Filho como "O Clássico das Multidões" .
Considerado por especialistas em futebol e por grande parte da mídia esportiva como o clássico mais charmoso do mundo.
O clássico carrega essa fama desde os tempos românticos do futebol carioca e de um modo geral do futebol brasileiro, sendo posteriormente eternizado pelo grande escritor, dramaturgo e jornalista brasileiro Nelson Rodrigues .
"O FLA X FLU surgiu quarenta minutos antes do nada". Nélson Rodrigues
Ainda neste clássico encontraremos referências a grandes jogadores como Ézio, Assis, Romário, Sávio, Gerson, Romerito , Edinho, Nunes entre dezenas de outros jogadores que fizeram história no futebol.
"No dia da inauguração do paraíso, houve um FLA-FLU de portões abertos, e escorria gente pelas paredes".»
Após assistir ao Fla-Flu da decisão do Campeonato Carioca de 1969 , o escocês Hugh Mc Illvaney,correspondente do Observer, fez o seguinte comentário sobre o jogo, publicado no Jornal do Brasil: "Enorme, esmagador, capaz de transformar em carnaval um espetáculo de futebol, o Maracanã já é uma lenda. A realidade, contudo, é muito maior. A memória que, em mim, ficará para sempre do Fla-Flu e, mais, do próprio futebol brasileiro, será desta enorme, pungente, feliz experiência humana".
Uma das parcerias econômicas que mais renderam frutos para o desenvolvimento do futebol foi consumada em um Fla-Flu, em meados da Década de 1970, quando João Havelange, então presidente da FIFA, levou o presidente de uma multinacional de refrigerantes ainda reticente em associar a imagem de sua empresa a esse esporte para ver o grande clássico. Ao entrar no estádio o presidente da multinacional tremeu ao ver o colorido e ao ouvir o barulho das duas grandes torcidas, momento em que João Havelange usou o argumento definitivo para a conclusão da parceria:
O primeiro FLA-FLU, em 7 de julho de 1912[1][2] , já deu uma noção do que seria a história deste clássico, pois mesmo o Fluminense tendo perdido nove titulares que foram abrir o departamento de futebol de seu rival, ganhou por 3 a 2 (primeiro gol da história do Fla-Flu, de E. Calvert, do Fluminense, a 1 minuto de jogo), marcando desde o início este confronto, como clássico de grandes imprevisibilidades, de futebol alegre e ofensivo, festa de cores das grandes torcidas , um carnaval fora de época.
O nome próprio deste clássico, FLA-FLU, foi dado pelo jornalista Mário Filho em 1933, quando procurava recursos para motivar o comparecimento das torcidas ao campeonato da recém criada Liga de Futebol .
Em 1925, a seleção carioca precisou ser convocada às pressas para disputar o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais e pela dificuldade em reunir os jogadores dos diversos clubes, optou-se por convocar apenas jogadores do Flamengo e do Fluminense, o que inicialmente causou repúdio popular, com os amantes do futebol referindo-se à aquele time não como Seleção Carioca mas como Combinado Fla-Flu.
A Seleção Carioca acabou campeã, o que mudou o sentimento popular em relação a ela. Mário Filho teve, então, a capacidade de transformar um nome criado com uma imagem negativa nome próprio e marca registrada desse grande clássico, em 1933 .
Frases e crônicas célebres dos irmãos Nélson Rodrigues e Mário Filho, eternizaram este clássico, como as de Nélson "No dia da inauguração do paraíso, houve um FLA-FLU de portões abertos, e escorria gente pelas paredes", "Tudo é FLA-FLU, o resto é paisagem "[3] ou "o FLA-FLU foi criado seis mil anos antes do nada". Já Mário Filho, jornalista cujo nome batiza oficialmente o Estádio do Maracanã, foi o criador do chavão "Clássico das Multidões", além de dividir, com o grande dramaturgo e cronista Nélson, crônicas fantásticas sobre este grande clássico, tirando-o de um plano material e elevando o Fla-Flu para um plano celestial.
O Fluminense é o adversário que detém mais vitórias sobre o Flamengo em decisões de títulos, tendo-se sagrado campeão em 8 ocasiões (1919, 1938, 1941, 1969, 1973, 1983, 1984 e 1995), contra 3 do Flamengo(1963, 1972 e 1991). Além das finais de campeonatos, em ocasiões que não chegaram a disputar diretamente o título, o Fluminense foi campeão e o Flamengo vice em 4 ocasiões (1924, 1937, 1938 e 1940), enquanto o rubro-negro foi campeão e o tricolor vice em 7 ocasiões (1915, 1920, 1925, 1927, 1943 e 1953). Além disso, os dois clubes e mais América e Botafogo terminaram empatados o Campeonato Carioca de 1946, tendo que ser realizada uma fase final entre os 4 clubes em turno e returno, que ficou conhecida como Supercampeonato, com o Fluminense sendo campeão, o Botafogo vice e o Flamengo terceiro colocado. Dois Fla-Flus foram disputados, terminando com os resultados de 1 a 1 e Fluminense 4 a 1.O Tricolor e o Rubro-negro também participaram da fase final do Campeonato Carioca de 1985, juntamente com o Bangu , com o Fluminense sendo campeão e o Bangu vice.
Os dois maiores campeões do futebol carioca detêm 59 títulos estaduais, cabendo 30 ao Fluminense, campeão do século XX no Estado do Rio de Janeiro, por ter sido o maior ganhador de títulos estaduais do século passado.
Quem seriam os maiores personagens do FLA-FLU nesses mais de 94 anos de história? Pelo lado do Flamengo, provavelmente foi Zico,com 19 gols marcados, embora Pirilo tenha feito 18 na década de 40, mas sem ganhar tantos títulos pelo Rubro-negro quanto Zico.
Pelo lado do Fluminense, embora o goleador Ézio tenha feito 12 gols na pior década da história do Fluminense, nos anos 90, Hércules 15 na década de 30, Russo 13 na de 40, em épocas gloriosas para o Tricolor, Renato Gaúcho tenha feito um gol de barriga na decisão do Campeonato Carioca de 1995 no ano do centenário do clube rival, provavelmente o grande nome é Assis, o carrasco dos anos 80, que marcou gols nas decisões dos campeonatos cariocas de 1983 e de 1984 , sendo que em 1983, no último minuto do jogo.
A partida Flamengo 0 a 0 Fluminense, decisão do Campeonato Carioca em 15 de dezembro de 1963, registrou o maior público da história do futebol mundial entre clubes, nada menos do que 194.603 espectadores, sendo 177.656 pagantes. Este clássico do futebol carioca registrou pelo menos 35 vezes públicos acima de cem mil pessoas.
O espetacular Cine Jornal Canal 100, que posteriormente se transformaria em um programa televisivo, eternizou várias partidas deste clássico, entre estas, a mais recente, a célebre decisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro de Futebol de 1995.
Este foi o último programa da série, onde uma decisão com craques como Renato Gaúcho, Romário, Sávio e Branco, brilhavam em campo. Nesta partida o Fluminense se sagraria campeão em um jogo eletrizante, considerado uma das partidas mais memoráveis da história do futebol. O clímax se deu com um gol de barriga marcado por Renato Gaúcho, faltando quatro minutos para o encerramento, que seria o gol do título Tricolor.
Na última partida importante entre as duas equipes, o Fluminense conquistou uma significativa vitória por 4 a 1 sobre o rival,na decisão da Taça Rio2005 .