Gerard Encausse (July 13, 1865 - 25 October 1916), whose esoteric pseudonym was Papus, was the Spanish-born French physician, hypnotist, and popularizer of occultism, who founded the modern Martinist Order.
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Gerard Encausse was born at
As a young man, Encausse spent a great deal of time at the Bibliothèque Nationale studying the Kabbalah, the Tarot, the sciences of magic and alchemy, and the writings of Eliphas Lévi. He joined the French Theosophical Society shortly after it was founded by Madame Blavatsky in 1884 - 1885, but he resigned soon after joining because he disliked the Society's emphasis on Eastern occultism. In 1888, he co-founded his own group, the Kabbalistic Order of the Rose-Croix. That same year, he and his friend Lucien Chamuel founded the Librarie du Merveilleux and its monthly revue L'Initiation, which remained in publication until 1914.
Encausse was also a member of the Hermetic Brotherhood of Light and the Hermetic Order of the Golden Dawn temple in
Despite his heavy involvement in occultism and occultist groups, Encausse managed to find time to pursue more conventional academic studies at the
Encausse visited
Although Encausse seems to have served the Tsar and Tsarina in what was essentially a shamanic capacity, he was later curiously concerned about their heavy reliance on occultism to assist them in deciding questions of government. During their later correspondence, he warned them a number of times against the influence of Rasputin.
When World War I broke out, Encausse joined the French army medical corps. While working in a military hospital, he contracted tuberculosis and died on October 25, 1916, at the age of 51.
Encausse's early readings in the Tarot and the lore of the Kabbalah in translation was inspired by the occult writings of Eliphas Lévi, whose translation of the "Nuctemeron of Apollonius of Tyana" printed as a supplement to Dogme et Rituel de
In 1891, Encausse claimed to have come into the possession of the original papers of Martinez Paschalis, or de Pasqually (c. 1700-1774), and therewith founded an Order of Martinists called l'Ordre des Supérieurs Inconnus. He claimed to have been given authority in the Rite of Saint-Martin by his friend Henri Vicomte de Laage, who claimed that his maternal grandfather had been initiated into the order by Saint-Martin himself, and who had attempted to revive the order in 1887. The Martinist Order was to become a primary focus for Encausse, and continues today as one of his most enduring legacies.
In 1893, Encausse was consecrated a bishop of l'Église Gnostique de France by Jules Doinel, who had founded this Church as an attempt to revive the Cathar religion in
It was also during this period, circa 1894 - 1895, that Encausse briefly joined and quickly resigned from the Theosophical Society.
In March of 1895, Encausse joined the
Although Encausse claimed as his "spiritual master" the mysterious magician and healer known as "le Maitre Philippe" (Philippe Nizier), his first actual teacher in the intellectual aspects of occultism was the marquis Joseph Alexandre Saint-Yves d'Alveydre (1842 - 1910). Saint-Yves had inherited the papers of one of the great founders of French occultism, Antoine Fabre d'Olivet (1762 - 1825), and it was probably Saint-Yves who introduced Papus to the marquis Stanislas de Guaita (1860 - 1898).
In 1888, Encausse, Saint-Yves and de Guaita joined with Joséphin Péladan and Oswald Wirth to found the Kabbalistic Order of the Rose-Croix. See Rosicrucians.
In October 1901 Encausse collaborated with Jean Carrère in producing a series of articles in the Echo de Paris under the pseudonym Niet ("no" in Russian). In the articles Sergei Witte and Pyotr Rachkovsky were attacked, and it was suggested that there was a sinister financial syndicate trying to disrupt the Franco-Russian alliance. Encausse and Carrère alleged that this syndicate was a Jewish conspiracy, and the antisemitic nature of these articles, compounded by Encausse's known connection to the Tsar of Russia, may have contributed to the false allegation that Papus was the author who forged The Protocols of the Elders of Zion, a notorious anti-Semitic hoax alleging that a worldwide Jewish conspiracy controls the media and financial institutions.
In his occult writings Encausse drew heavily upon the scriptures and Kabbalistic mystical writings of the Jews. He also attended Golden Dawn ritual meetings alongside Moina Mathers (Mina Bergson), the Jewish wife of Samuel Liddell MacGregor Mathers. However, in his pseudonymous political writings he excoriated Jews as evil financial conspirators.
This contradiction between occultistic Judophilia and political Jew-hatred was neither explained nor acknowledged in his writings. One theory is that, as a Christian, he wished to appropriate the Kabbalah for his own spiritual ends, and to facilitate this, he fomented a climate of fear and paranoia that he hoped would result in the removal of Jews from
Encausse never became a regular (Grand Orient) Freemason. Despite this, he organized what was announced as an "International Masonic Conference" in
Reuss elevated Encausse as X° of the Ordo Templi Orientis as well as giving him license to establish a "Supreme Grand Council General of the Unified Rites of Ancient and Primitive Masonry for the Grand Orient of France and its Dependencies at
When John Yarker died in 1913, Encausse was elected as his successor to the office of Grand Hierophant (international head) of the Antient and Primitive Rites of Memphis and Mizraim.
The written works of Papus (Gerard Encausse) include:
No caso das runas Celtas:
2009 será regido pela Runa Sowilo. É a Runa da saúde, da vitalidade e do sucesso. O lema para 2009 é a transparência nas atitudes, é a ativação dos vórtices energéticos (rodas de poder) e da força espiritual para a abertura mental. O propósito de Sowilo é a integridade que a sua natureza requer. Incorpora o impulso em direção à alta realização e indica o caminho que você terá que seguir não por motivos ocultos, mas pela essência da sua individualidade. Sowilo aconselha você abrir-se, deixando a luz iluminar partes da sua vida que estavam ocultas. Para realizar isto poderá ser necessário um profundo reconhecimento para admitir algo dentro de si que foi durante muito tempo ignorado. A procura da integridade é a procura do guerreiro espiritual. No entanto aquilo em que você está tentando se transformar é na verdade aquilo que por natureza você já é. Tome consciência da sua essência dê-lhe forma e expresse-se de uma maneira nova e criativa. Esta Runa de grande poder, põe toda a força vital do universo à nossa disposição, marcando 2009 como um tempo de regeneração em todos os setores de nossas vidas.
Na numerologia, 2009 será regido pelo número 11
O número que regerá o ano de 2009 é o 11, um Número Mestre e em Numerologia um número mestre não é reduzido para um único dígito. O termo "Mestre" refere-se à sua elevada capacidade vibracional para atrair situações benéficas (como um ímã), que terão forte impacto, implicações e efeitos sobre a humanidade. Com o número 11 regendo a energia de 2009, as pessoas serão impelidas a aprender o verdadeiro significado do que é ser um indivíduo que faz parte de uma coletividade e que, portanto, deve agir como um ser universal.
Todos os números têm um campo específico da energia eletromagnética que, quando combinado com outros números, cria condições que influenciam a nossa vida coletiva. O (11) é um dos números mais potentes destas combinações e suas vibrações devem ser administradas e manuseadas com cuidado. Metaforicamente, o número (11) simboliza um ponto em nossa jornada, uma bifurcação na estrada, onde quer que tenhamos chegado, em que uma decisão deve ser tomada (para escolher qual caminho seguir, se para a direita ou para a esquerda). Um destes caminhos irá nos garantir uma mudança positiva, de crescimento e elevação enquanto que o outro nos levará à estagnação, a perda de iniciativa, de finalidade e direção (devido a uma resistência em mudar, inovar ou rever decisões ou condutas anteriores).
Durante
Os números Mestres são vibrações mais elevadas. O 11 é um Número Mestre que representa a intuição, o idealismo, a busca de um plano espiritual elevado, desenvolvimento da percepção extra-sensorial, ouvir e seguir a voz interior, agir com altruísmo, inspiração, senso de comunidade, paz, justiça e amor universal. É a busca da autoconsciência, do Eu Sou e da Consciência do Outro.
Capacidade de recomeçar, de criar novas situações, uma nova vida. Transmutar, transformar, levar Luz às próprias sombras e às sombras do outro e do mundo. Enxergar além das aparências. Ser capaz de construir relacionamentos profundos, sem perder a própria identidade. Compartilhar, transformando através da Consciência!
Representa o 11º passo em busca da nossa elevação; é quando chegamos à integração, quando assumimos o centro de comando e direção da nossa vida. É a conquista da Fênix. O renascer das cinzas e elevação para a Luz. Adquirir a capacidade de aceitar e submeter-se à sabedoria divina, avançar interiormente, mudar os padrões negativos do nosso ego inferior, captar o verdadeiro sentido do Ser.
A missão deste número é a pessoa experimentar sua totalidade, tomar consciência das suas experiências terrenas, ser capaz de estar acima das dores e dos conflitos do ego, acima dos fracassos e sucessos, caminhar seguindo a verdade do seu coração, conexão com a sabedoria divina. Ser um farol de consciência para si e para os outros.
Conquistar o que 2009 solicitará e impulsionará, será uma tarefa árdua, longa, cansativa, exige paciência e superação dos conflitos.
O nº 11 é o resultado de dois nº 1, que funciona como um espelho, um reflete a sombra do outro, exteriorizando o ego inferior em nossas ações e na forma que vemos e lidamos com o outro, portanto, neste ano de 2009, teremos que refletir, vivenciar, enfrentar e superar a nossa própria sombra refletida neste espelho. Para que através deste espelho, possamos tomar consciência e através de alquimias, da percepção da nossa força interior, do controle sobre nossos impulsos e emoções, da capacidade de ações com consciência, resgatar o nosso poder pessoal, atingindo assim a maestria 11 que é a busca deste ano, ou simplesmente permanecermos na inconsciência. É uma escolha. É o uso do livre-arbítrio.
Você também pode calcular seu número pessoal para 2009: Soma o dia e o mês de seu aniversário ao ano de 2009
Exemplo: 1 de janeiro = 1+1+2+0+0+9= 13 = 1 + 3 = 4 (se a conta der 11 ou 22 não reduz)
1 – independência. ousadia. empreendimentos. Começos, individualidade e livre-arbítrio.
2 – união. paciência. continuidade. atividades
3 – comunicação. sociedade. conhecer. Adaptabilidade, criatividade, professorado.
4 – organização. sacrifícios. durabilidade. batalhar. Estabilidade, pragmatismo e produtividade.
5 – liberdade. aventuras. transformação. Busca de satisfação e do verdadeiro caminho. Amor.
6 – proteção. responsabilidade. finanças. dedicar. Busca de Equilíbrio, poder de atração.
7 – profundidade. isolamento. interiorizar. Intuição, esoterismo, dons literários, transformação.
8 – competência. ano de colheita. administrar. Uso da matéria e do poder. Realizações e Justiça.
9 – universalidade. não comece nada. final de um ciclo. renovação. Busca de Sabedoria. Doação.
11 – ouvidos aguçados para o plano espiritual. novas idéias. Liderança espiritual/social.
22 – tudo voltado para a humanidade. Genialidade, uso social da criatividade. Líder.
Filed under: Beyond Science — frankherles @ 2:28 am
Por Michael A. Cremo * and Richard L. Thompson **
Em 1979, pesquisadores em Laetoli, Tanzania, em um sítio da África Oriental, descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey e outros disseram que as pegadas eram indistinguíveis das humanas atuais. Para estes cientistas, isso apenas significa que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de anos atrás tinham pés incrivelmente modernos!
Mas, de acordo com outros cientistas, como o antropólogo físico R.H. Tuttle da Universidade de Chicago, ossos fósseis dos australopithecos conhecidos de 3,6 milhões de anos atrás demonstram que eles tinham pés que eram claramente próximos dos pés de um macaco. Assim, são incompatíveis com as pegadas de Laetoli. Em um artigo da edição de março de 1990 da revista ‘Natural History’, Tuttle confessou que “estamos frente a um mistério”. Parece admissível, portanto, considerar a possibilidade que nem Tuttle nem Leakey mencionaram - que criaturas com corpos humanos anatomicamente modernos, que combinassem com seus pés humanos anatomicamente modernos, existiram há 3,6 milhões de anos atrás na África Oriental. Talvez, eles coexistiram com criaturas simiescas. Intrigante como possa parecer essa possibilidade arqueológica, as idéias atuais sobre a evolução humana a proíbem.
Pessoas sensatas irão alertar para a consideração da existência de humanos anatomicamente modernos há milhões de anos com base, simplesmente, nas pegadas de Laetoli. Mas há mais evidências:
Durante as últimas décadas, cientistas na África descobriram ossos fósseis que parecem consideravelmente humanos. Em 1965, Bryan Patterson e W. W. Howells acharam um úmero (osso do braço) surpreendentemente moderno em Kanapoi, Kenya. Os cientistas avaliaram sua idade em 4 milhões de anos.
Henry M. McHenry e Robert S. Corruccini, da Universidade da Califórnia, disseram que o úmero de Kanapoi era “dificilmente distinguível do osso de um Homo sapiens atual”. Similarmente, Richard Leakey disse que o fêmur ER 1481 do Lago Tukana, Kenya, achado em 1972, era indistinguível do de um humano moderno. Os cientistas normalmente associam o fêmur ER 1481, que tem cerca de 2 milhões de anos, ao pré-humano Homo habilis. Mas, desde que o ER 1481 foi achado isoladamente, não se pode descartar a possibilidade de que o resto do esqueleto fosse, também, anatomicamente moderno. De forma interessante, em 1913 o cientista alemão Hans Reck descobriu,
Mas acontece que não esgotamos nossas fontes com as pegadas de Laetoli, o úmero de Kanapoi e o fêmur ER 1481. Pelos últimos oito anos, Richard Thompson e eu, com a assistência de nosso pesquisador Stephen Bernath, acumulamos um extenso corpo de evidências que desafia as teorias atuais sobre a evolução humana. Algumas dessas evidências, como as pegadas de Laetoli, são bem recentes. Mas boa parte delas foi registrada por cientistas no século dezenove e começo do século vinte. E, como você pode ver, nossa discussão sobre essas evidências podem constituir um livro muito grande.
Sem mesmo olhar para esse antigo conjunto de evidências, alguns assumirão que deve haver algo errado com ele - que foi convenientemente descartado há muito pelos cientistas, por razões muito boas. Richard e eu checamos bem essa possibilidade. Concluímos, no entanto, que a qualidade dessas evidências controversas não é melhor ou pior que as supostamente não controversas, usualmente citadas em favor das atuais teorias sobre a evolução humana.
O livro “Arqueologia Proibida” é mais do que um bem documentado catálogo de fatos não usuais. É, também, uma crítica sociológica, filosófica e histórica ao método científico, da forma como é aplicado à questão das origens da humanidade. Não somos sociólogos, mas nossa abordagem é similar à praticada pelos adeptos da sociologia do conhecimento científico (SSK), como Steve Woolgar, Trevor Pinch, Michael Mulkay, Harry Collins, Bruno Latour, and Michael Lynch.
Cada um desses estudiosos tem uma perspectiva única da SSK, mas todos provavelmente concordariam com o seguinte enunciado programático. As conclusões dos cientistas não correspondem de forma idêntica as estados e processos de uma realidade objetiva natural. Ao invés, tais conclusões refletem os reais processos sociais dos cientistas, mais do que o que acontece na natureza/meio ambiente.
A abordagem crítica que fazemos em “Arqueologia Proibida” também assemelha-se à usada pelos filósofos da ciência, como Paul Feyerabend, que afirma que a ciência alcançou uma posição por demais privilegiada no campo intelectual, e por historiadores da ciência, como J. S. Rudwick, que explorou em detalhes a natureza da controvérsia científica. Como Rudwick, em “A Grande Controvérsia Devoniana”, usamos a narrativa para apresentarmos nosso material, que engloba não uma mas muitas controvérsias - controvérsias há muito resolvidas, não resolvidas ainda e
Um dos últimos autores a discutir o tipo de relatório achado em “Arqueologia Proibida” foi Marcellin Boule. Em seu livro “Fossil Men” (1957), Boule traz uma conclusão decididamente negativa. Mas, ao examinar os relatórios originais, percebemos que o ceticismo de Boule não é justificado. Em “Arqueologia Proibida”, fornecemos material oriundo de fontes primárias que irão permitir aos leitores atuais formarem suas próprias opiniões sobre as evidências que Boule desacreditou. Também introduzimos vários casos que Boule deixou de mencionar.
Das evidências que colhemos, concluímos, algumas vezes em linguagem desprovida do experimentalismo ritual, que as hipóteses atualmente dominantes sobre as origens do homem necessitam de uma drástica revisão. Também concluímos que um processo de filtragem de conhecimentos deixou os estudiosos com uma coleção de fatos radicalmente prejudicada e incompleta.
Antecipamos que muitos estudiosos acharão em “Arqueologia Proibida” um convite a discursos produtivos sobre (1) a natureza e tratamento das evidências no campo das origens do homem e (2) as conclusões que podem ser mais logicamente alcançadas a partir de tais evidências.
No primeiro capítulo da Parte I, pesquisamos a história e o atual estado em que se encontram as idéias sobre a evolução do homem. Também discutimos alguns dos princípios epistemológicos que usamos em nosso estudo nesse campo. Principalmente, estamos interessados em duplo padrão no tratamento das evidências. Identificamos dois principais corpos de evidências. O primeiro é um conjunto controverso (A), que demonstra a existência de humanos anatomicamente modernos no ‘não muito confortável’ passado distante. O segundo é um conjunto de evidências (B) que pode ser interpretado como comportando as atuais visões dominantes de que o homem evoluiu bem recentemente, de 100.000 anos para cá, na África, e talvez em outros lugares.Também identificamos padrões empregados na avaliação das evidências paleoantropológicas. Depois de um estudo detalhado, descobrimos que se estes padrões forem aplicados igualmente para A e B, então devemos aceitar a ambos ou rejeitar a ambos. Se aceitarmos tanto A quanto B, então temos evidências colocando humanos anatomicamente modernos vivendo há milhões de anos atrás, coexistindo com humanóides simiescos. Se rejeitarmos a ambos, eliminamos a possibilidade de usarmos a base fática disponível para formularmos qualquer hipótese sobre as origens do homem e a antiguidade. Historicamente, um significativo número de cientistas profissionais já aceitou as evidências do grupo A. Mas um grupo mais influente, que aplicou padrões mais rígidos a A do que a B, estabeleceu a rejeição de A e a preservação de B como dominante. Esse uso de padrões diferenciados para a aceitação ou rejeição de evidências constitui um filtro de conhecimentos que obscurece a verdade sobre a evolução humana. No corpo da Parte I (Capítulos 2-6), checamos a vasta quantidade de evidências controversas que contradiz as idéias correntes sobre a evolução do homem. Narramos em detalhes como elas foram sistematicamente suprimidas, ignoradas ou esquecidas, mesmo sendo qualitativamente (e quantitativamente) equivalentes às atualmente aceitas. Quando falamos em supressão de evidências, não nos referimos a cientistas conspiradores levando a cabo um plano satânico para enganar o público. Ao contrário, falamos sobre a existência de um processo sociológico de filtragem de conhecimento que aparenta ser bem inócuo mas que tem, em verdade, um substancial efeito cumulativo. Certas categorias de evidências simplesmente desapareceram, em nossa opinião injustificadamente.
O Capítulo 2 trata de ossos anormalmente antigos e conchas que exibem marcas e sinais de ruptura intencional. Até hoje, cientistas consideram tais ossos e conchas como uma importante categoria de evidências, e muitos sítios arqueológicos foram estabelecidos com base apenas nesse tipo de achado. Nas décadas posteriores à apresentação da teoria de Darwin, numerosos cientistas descobriram ossos animais quebrados ou com incisões, e conchas sugerindo que humanos que usavam ferramentas ou precursores dos humanos existiram no Pliosceno (2-5 milhões de anos atrás), no Miosceno (5-25 milhões de anos atrás), e até antes. Ao analisar os ossos e conchas, os descobridores cuidadosamente consideraram e estabeleceram explicações alternativas - como a ação de animais ou pressão geológica - antes de concluir que os humanos eram os responsáveis. Em alguns casos, ferramentas de pedra foram achadas juntamente com os ossos e conchas. Um exemplo particularmente impressionante nesta categoria é um concha exibindo uma rude, porém reconhecível, face humana esculpida em sua superfície externa. Registrada pelo ologista H. Stopes à Associação Britânica para o Avanço da Ciência em 1881, essa concha, de uma formação rochosa do Pliosceno, na Inglaterra, tem mais de 2 milhões de anos.
De acordo com os padrões aceitos, humanos capazes de tal nível de artifício não chegaram à Europa antes de 30.000 ou 40.000 anos atrás. Além disso, eles nem mesmo surgiram em seu berço, a África, antes de 100.000 anos atrás. Em relação às evidências do tipo reportado por Stopes, Armand de Quatrefages escreveu em seu livro “Hommes Fossiles et Hommes Sauvages” (1884): “As objeções feitas à existência do homem no Pliosceno e Miosceno parecem ser habitualmente mais relacionadas a considerações teóricas do que à observação direta.”
As mais rudimentares ferramentas de pedra, as eoliths (“as pedras da aurora”) são o assunto do Capítulo 3. Esses instrumentos achados em contextos geológicos inesperadamente antigos, inspiraram prolongados debates no final do século dezenove e começo do século vinte.
Para alguns, as eoliths não eram sempre facilmente reconhecíveis como ferramentas. As eoliths não tinham forma simétrica. Ao contrário, a borda de uma lasca de pedra natural era quebrada para fazê-la servir para uma determinada tarefa, como raspar, cortar ou talhar. Freqüentemente a ponta ostentava sinais do uso. Os críticos disseram que as eoliths resultaram de eventos naturais, como o rolar no fundo de rios. Mas os defensores da outra tese ofereceram contra-argumentos convincentes no sentido de que as forças naturais não poderiam causar o gasto similar ao conseguido na pedra lascada - unidirecional em apenas um lado da pedra.
No final do século dezenove, Benjamin Harrison, um arqueologista amador, descobriu eoliths no Platô de Kent, no sudeste da Inglaterra. Evidências geológicas sugerem que as eoliths foram produzidas em meados ou no final do Ploisceno, por volta de
No começo do século 20, J. Reid Moir, um membro do Instituto Real de Antropologia e presidente da Sociedade de Pré-História da Anglia Oriental, descobriu eoliths (e ferramentas de pedra mais avançadas) na formação inglesa de Red Crag. As ferramentas tinham por volta de
Os achados de Moir ganharam o apoio de um dos maiores críticos das eoliths, Henri Breuil, então considerado como uma das mais proeminentes autoridades em ferramentas de pedra antigas.
Outro patrocinador foi o paleontologista Henry Fairfield Osborn, do Museu Americano de História Natural de Nova Iorque. E, em 1923, uma comissão internacional de cientistas viajou até a Inglaterra para investigar as principais descobertas de Moir e as consideraram genuínas. Mas, em
Mas outras manufaturas eolíticas de antigüidade inesperada continuam a encontrar forte oposição. Por exemplo, na década de 1950, Louis Leakey descobriu ferramentas de pedra de mais de 200.000 anos em Calico, nos sul da Califórnia. De acordo com a visão padrão, os humanos não penetraram nas regiões subárticas do Novo Mundo antes de aproximadamente 12.000 anos atrás. Os cientistas acabaram por responder à descoberta de Calico, previsivelmente, afirmando que, ou eram produto das forças naturais, ou não tinham realmente 200.000 anos. Mas há razões suficientes para se concluir que as descobertas de Calico são artefatos de produção genuinamente humana. Embora a maior parte das ferramentas fossem rudes, algumas, inclusive uma em forma de bico, eram mais avançadas.
No Capítulo 4, discutimos uma categoria de implementos que chamamos de paleoliths rudes. No caso das eoliths, a parte lascada localiza-se perfeitamente na borda trabalhada de um pedaço de pedra naturalmente quebrada. Mas os fabricantes dos paleoliths rudes deliberadamente golpearam as rochas, lascando, então, os pedaços até alcançar formas reconhecíveis como ferramentas. Em alguns casos, rochas inteiras foram lascadas até formarem ferramentas. Como vimos, as paleoliths brutas são encontradas juntamente com as eoliths. Mas, nos sítios discutidos no Capítulo 4, as paleoliths são dominantes no conjunto. Na categoria das paleoliths brutas, incluímos ferramentas do Miosceno (
O texto prossegue enumerando evidências da manipulação, por parte do establishment, das convicções dos homens acerca de sua própria história. O pensamento livre, a dignidade do ser humano, a verdade, enfim, se expressou através dos signatários da DECLARAÇÃO DE VENEZA.