Este Blog é um Canal Transdisciplinar, portal de intercâmbio entre disciplinas acadêmicas e conhecimentos holísticos que fundamentam o trabalho terapêutico de Everton Cardoso Junior. Seu Canal para o Conhecimento que leva ao Autoconhecimento. Vejam meu Canal no YouTube www.youtube.com/c/iemc2 Sejam Bem-Vindos! Namastê (21) 99552-0700
sábado, 28 de novembro de 2009
1335 CLASSE MÉDIA BRASILEIRA - UM PEQUENO RETRATO
1334 CLASSE MÉDIA BRASILEIRA - UM PEQUENO RETRATO
O modus vivendi de nossos heróis médio-classistas, cuja característica mestra consiste no “morar em apartamento”, contribuiu para a instituição de uma nova realidade urbana não apenas pela geração dos “filhos de apartamento”. Outra esquisitice daí proveniente mudaria de figura as nossas cidades: os empreendimentos imobiliários.
A evolução do “morar em apartamento” causou profundas mudanças na maneira como se constrói uma cidade. Se antigamente um edifício era projetado e implantado por um arquiteto, sobre uma malha urbana determinada por um urbanista, e colocado de pé por um engenheiro, atualmente a classe média só compra imóveis projetados por publicitários. O publicitário é uma figura de extrema relevância para a classe. É algo como um guru. Sua função extrapola a mera tradução dos valores do médio-classista e sua consequente materialização em forma de produto, para na verdade formatar a preferência desse cidadão e impor-lhe tudo aquilo que ele deve gostar. Se você quer ser um médio-classista normal, terá de gostar dessa situação. Do contrário será convencido por um publicitário.
Com a cidade sendo construída pelos empreendimentos do departamento de marketing, o desenho urbano e as relações sociais vão tomando a cara da classe média. Todo prédio tem um nome, que quando não é o nome de um médio-classista falecido (com sobrenome italiano), é um estrangeirismo. Os idiomas preferenciais são o inglês, o francês e o próprio italiano.
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Também há o “Woman’s Space”, para ficar vazio, enquanto você frequenta o salão do momento. O “Espaço Gourmet”, para dizer aos outros que você é refinado e cozinha por prazer, enquanto a empregada deixa tudo pré-pronto em segredo, e ainda lava as panelas. O “Fitness Center”, para ficar vazio, enquanto você paga uma academia perto do trabalho, e muitas outras salas com nomes estrangeiros. O objetivo disso, além de encarecer absurdamente o condomínio, é fornecer argumentos ao publicitário para que o tamanho dos apartamentos seja cada vez mais diminuto, no pressuposto de que ninguém ficará lá dentro com tantas atividades dando sopa no pilotis.
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Para o médio-classista é muito difícil arrumar um tempo pra ler. A vida atribulada, os negócios, a ralação diária para garantir as contas pagas (graças a Deus), os filhos, a faculdade, nada disso deixa tempo para uma boa leitura. Mas isso tem de ser feito, pois a superioridade intelectual é inerente à classe, e não há como declamar nas seções de cartas da revista semanal sobre a falta de instrução do povão se você não ler seus dois livros anuais.
Quem não tem tempo para ler tem de ser seletivo, e ser seletivo é uma especialidade do cidadão da classe. Então, para que todo mundo na Book Store saiba que você é classe média, vá direto aos best sellers. Ali você terá segurança para escolher um livro “da moda”, um livro que fará todo mundo no seu trabalho te admirar, um livro que todos vão querer emprestado. Apareça com algum best seller da semana e incremente sua reputação tanto de “culto” quanto de “antenado”, igual àquele cara que introduziu O Código da Vinci na turma do escritório. A lista dos mais vendidos nunca erra.
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Será o primeiro Eco-Security-Residence do Brasil.
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Para quem quer se comportar como a classe média brasileira, um ótimo ambiente de observação é o trânsito de nossas grandes cidades. Ali podemos estudar, por imersão total e com riqueza de detalhes, os valores desse peculiar grupo social.
O médio-classista encara o trânsito como se fosse uma grande batalha em defesa do seu direito individual prioritário de ir e vir, o que significa que cada indivíduo da classe, no trânsito, tem prioridade um sobre o outro e vice-versa (numa estranha equação ainda não resolvida pela matemática). E todos têm prioridade sobre os pedestres (esse ponto já é bem mais fácil de entender).
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Você, aprendiz de médio-classista, precisa aprender que é necessário se revoltar com as atuais condições do trânsito. Assim, no seu papel de cidadão politizado e pagador de impostos, deve exigir das autoridades que abram espaço na cidade para mais carros. Que desapropriem, botem a cidade abaixo, mas garantam a duplicação das vias até resolver o problema. Fique revoltado também pelo fato de o governo se preocupar mais em, violentamente, coibir seu direito sagrado de ingerir álcool do que abrir mais acessos para o seu carro trafegar mais rápido.
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Para se tornar um genuíno membro da classe média brasileira, você não pode ser racista. Simplesmente porque, na ótica da classe, o racismo não existe no Brasil. Não existe privilégio para nenhuma raça, tudo se pode conseguir pelo esforço e trabalho, seja a pessoa médio-classista ou negra. Convença-se disso.
Racismo, hoje, talvez só nos Estados Unidos. Ali sim já se praticou racismo “do bom”, racismo “de raiz”, onde qualquer um pode encher um neguinho de porrada ou atear fogo na casa dele quando quiser... Mas, hoje, nem lá as coisas são como eram... o presidente deles é negro, então os negros não têm do que reclamar.
Tome cuidado! Essa história de cotas, de segregação racial, de discriminação e tratamento diferenciado não pode afetar sua culta percepção do mundo, a percepção de quem recebeu uma bela educação paga nos melhores colégios católicos. Você deve entender isso como mera coisa de livros de História, que ninguém lembra mais, da época em que trouxeram os negros escravizados da África, situação que logo mudou quando a Princesa Isabel assinou a tal parada, e desde então brancos e negros têm acesso ao que quiserem em igual condição.
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Diga que você acha estranho, mas talvez, por uma questão de gosto pessoal, eles prefiram jogar capoeira a ir para a universidade (novamente contenha a indignação de palestrante culto). E dê o veredicto: se os negros estão reclamando, botando a culpa nos brancos, querendo cotas, se organizando em grupos culturais, movimentos de ações afirmativas e bandas de música black, eles é que são racistas. (Neste ponto, você fica autorizado pela audiência a ignorar a autocontradição.)
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O médio-classista não apenas acredita em Deus, como acredita que Deus gosta mais dele que dos outros. Não obstante sempre soltar um “graças a Deus” a tudo que se refere a seu patrimônio, quem é da classe justifica sua condição de privilégio com o status autodeclarado de vontade divina.
É uma espécie de herança torta das antigas dinastias e da nobreza europeia, de quem os médio-classistas acreditam piamente descender em linhagem pura e imaculada. Tal qual seus espelhos (distantes geográfica e cronologicamente), eles pretendem incutir no interlocutor a ideia de que seu bom berço é uma escolha divina, em detrimento da família meia-boca de quem estiver ouvindo. Por isso, eles não se acanham em recorrer ao seu deus para as coisas mais corriqueiras de suas vidas.
Portanto, se você pretende entrar para o seleto e abençoado mundo da classe média, trate de colocar Deus no meio de suas frases, dizendo que é culpa Dele você possuir bens materiais, e seu empregado não.
sábado, 26 de julho de 2008
741 YORUBA
Oodua Peoples Congress (OPC)
Oodua Liberation Movement (OLM)
Revolutionary Council of Nigeria (RCN)
The Oodua Peoples Congress (OPC) is a militant socio-cultural Yoruba nationalist organization formed in 1997. The Yoruba, numbering about 25 million, live in the South Western part of Nigeria. The southern Nigeria-based group opposed the late dictator Sani Abacha, and along with other pro-democracy groups was at the forefront of the political struggle to restore democracy. It has supported Yoruba nationalism and a strong federal system in Nigeria. Its large membership [which according to some reports runs to millions] makes it vulnerable to the infiltration by extremely radical elements.
740 YORUBA
Yoruba protests became violent after the death of the political prisoner, Mashood Abiola, who won the 1993 presidential election in 1993 but was subsequently imprisoned by the military government. The government claims Abiol died of a heart attack while in prison, but protesters claim that Abiola was murdered. Abiola was a dissident that protested the military rule and presented hope for representation of the Yoruba, which they feel they have been denied.
The Government of Nigeria during 1998 went from an authoritarian dictatorship to a transitional government that at year's end was in the process of implementing a program of democratic transition to democratic civilian government in the first half of 1999. For the first half of the year, the Government was dominated by General Sani Abacha, and committed serious human rights abuses systematically in order to retain political power.
739 YORUBA
During the month of November 1998, members of the combined police and military anticrime task force known as "Operation Sweep" reportedly committed at least 16 extrajudicial killings. On 08 December
In early 1999, the dissident Oodua Liberation Movement (OLM) [possibly also using the name Revolutionary Council of Nigeria - RCN] faction of the group became more militant in its approach. The OLM/RCN opposes Nigeria's federal system, and wants the southwestern part of the country to secede and create a separate Yoruba homeland. Nigerian President Olusegun Obasanjo has blamed clashes in Lagos between Hausa and Yoruba traders on the Oodua People's Congress.
Disgruntled military officers, serving and retired, are said to be providing the growing 'private armies' with sophisticated weapons, which seriously threaten the country's budding democracy.
738 YORUBA
The Yoruba are a linguistic community rather than a single ethnic unit. History, language, and membership in the modern nation-state, however, have led to their identity as ethnic groups. Yorubaland takes in most of southwestern Nigeria and the peoples directly west of the Nigerian border in the independent country of Benin. In Nigeria alone, Yorubaland included 20 million to 30 million people in 1990 (i.e., about double the 1963 census figures).
Each of its subunits was originally a small to medium-sized state whose major town provided the name of the subgrouping. Over time seven subareas--Oyo, Kabba, Ekiti, Egba, Ife, Ondo, and Ijebu--became separate hegemonies that differentiated culturally and competed for dominance in Yorubaland. Early nineteenth-century travelers noted that northern Oyo people had difficulty understanding the southern Ijebu, and these dialect differences remained in 1990. The language is that of the Kwa group of the Niger-Congo family, related to the Idoma and Igala of the southern grouping of middle belt chieftaincies south of the Benue River. The population has expanded in a generally westerly and southwesterly direction over the past several centuries. In the twentieth century, this migration brought Yoruba into countries to the west and northwest as far as northern Ghana.
737 YORUBA
The Yoruba kingdoms were essentially unstable, even when defended by Portuguese guns and later by cavalry (in Ilorin and Kabba), because the central government had insufficient power constitutionally or militarily to stabilize the subordinate chiefs in the outlying centers. This fissiparous tendency has governed Yoruba contemporary history and has weakened traditional rulers and strengthened the hands of local chiefs and elected councils.
The entry port of Lagos, predominantly Yoruba, is the largest and economically dominant city in the country (and its first capital). In relation to others, the Yoruba had a strong sense of ethnic identity and of region, history, and leadership among Nigeria's peoples. In relation to each other, the seven subgroups used inherited prejudices of character and behavior that could exacerbate animosities, should other factors such as access to education or prominent positions create conflict among the subdivisions.
sábado, 21 de junho de 2008
667 ÓCIO CRIATIVO
Estudiosa defende a preguiça como estratégia de resistência
Seg, 16 Jun, 07h54
São Paulo, 16 de Junho de 2008 - Scarlett Marton, conceituada professora de Filosofia Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), concedeu, na semana passada, uma palestra polêmica sobre workaholics. Além de apresentar as possíveis razões para este fenômeno, trouxe à tona uma visão nada convencional sobre o tema.
Disse que o homem contemporâneo precisa retomar a preguiça, como estratégia de resistência. "A atual compulsão por trabalho criou pessoas sem consciência da própria existência. E isso não é saudável, nem no ambiente corporativo, nem no lar, de maneira geral. Isso atrapalha o trabalho em si", diz Scarlett.
Para chegar a este pensamento, a filósofa recorreu à história do trabalho. "Na civilização greco-romana, o homem comum não tinha ocupação, ofício, profissão. Trabalho era sinônimo de degradação, tortura, era atividade para os escravos", diz. Ela conta que só no século XIII, o trabalho ganhou um certo status entre as sociedades européias, graças às atividades manuais exercidas nos monastérios. "E o reconhecimento como valor social se dá apenas no Renascimento, no século XVII. Nesse período é que é visto como elemento que aprimora, desenvolve o homem. A idéia de lazer vai ser então ser desenvolvida somente na década de 30 do século XX, com as férias remuneradas", afirma.
Em suas pesquisas, ela conta que a idéia do mesmo "lazer", hoje, vem acoplada a uma certa obrigação. "Você tira férias e se sente na obrigação de viajar, de ter muito dinheiro para pagar um belo hotel, consumir belos produtos", comenta. "Tudo nos é imposto pela propaganda".
E esta noção de diversão, conforme a professora, teria se intensificado há 30 anos, quando apareceram os workaholics. "O evento do trabalhador compulsivo é muito recente. O homem moderno não se dá conta de que o ócio concede mais consciência sobre nossa própria condição humana. É preciso exercitá-lo". Mas como exercer o ócio em uma sociedade que tanto nos cobra? "É preciso ter espírito crítico quanto às nossas atividades cotidianas, prestar atenção se nossos desejos são verdadeiros, ou fabricados e padronizados pela publicidade", critica.
Se a teoria é bem articulada, o certo é que não é tão simples colocá-la
Cidinha De Conti, diretora da empresa de marketing Conti Ações Integradas está com sete ações diferentes nesta semana. Trabalha, em média, dez horas por dia, em ritmo frenético. Não se considera workaholic, mas admite: "meus amigos dizem que a primeira característica de um workaholic é a negação de que faz parte deste grupo", diverte-se.
Em cada evento que faz, cabe a ela criar, organizar e coordenar equipes, definir programas e logísticas. "Minha profissão exige muitos detalhamentos. Para que as ações dêem certo, é preciso que eu me entregue completamente. Assim, tenho que estar à disposição do trabalho em tempo permanente", afirma. Ela acredita que a definição workaholic acaba se anulando, se a pessoa tem prazer em seu trabalho. "No meu caso, trabalho é uma fonte de prazer. Posso trabalhar aos sábados, domingos, seguidamente, que isso não vai me incomodar", finaliza.
(Gazeta Mercantil - Alexandre Staut)
O Instituto Ócio Criativo é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, comprometida com a prevenção e erradicação do trabalho precoce no Brasil e no mundo.
666 ÓCIO CRIATIVO
O ócio criativo
De Domenico de Masi
São dez horas da manhã e você acabou de acordar, ainda de pijama, mas já está trabalhando. Toma um gole de café, lê alguns e-mails, coloca um CD, põe os pés para cima e as mãos atrás da cabeça e começa a organizar como será seu dia de trabalho.
Este deve ser o sonho de muita gente e é também a descrição perfeita de um trabalhador moderno segundo a teoria do ócio criativo do sociólogo italiano Domenico de Masi.
De Masi, nesta entrevista feita livro, afirma que vivemos em uma sociedade, que ele chama de pós-industrial, onde o homem é apenas mais um elemento produtivo, não há distribuição igualitária do poder, do saber e do trabalho e uma verdadeira obsessão consumista faz do homem um autômato sem tempo para desenvolver-se como um todo.
Ao constatar que trabalhamos hoje, de forma tão primitiva como se fazia muito antes do surgimento da indústria e de que nossas horas de lazer são mais uma compensação pelas horas trabalhadas do que verdadeiramente lazer, o sociólogo propõe a teoria do ócio criativo. Aqui, “ócio” não significa preguiça, sedentarismo ou alienação. Talvez a melhor analogia que possa ser dada para exemplificar, seja a do poeta deitado na rede, compondo mentalmente seus versos. O ócio criativo significa, então, um exercício do sincretismo entre atividade, lazer e estudo, propondo ao homem que ele se desenvolva em todas as suas dimensões.
Domenico não prega a diminuição das horas trabalhadas, antes até um aumento, mas que a responsabilidade não seja tão estafante quanto a atividade de quebrar pedras. O que ele afirma é que deve haver uma fusão entre produção e prazer. Se a necessidade é a mãe das invenções, o ócio é, então, o pai das idéias.
O grande entrave para a nova base econômica proposta por Domenico é que ela não mais se fundaria na cumulação de bens materiais, na obsessão pelo trabalho ou pela produção, o que significa interferir não só em grandes conglomerados e multinacionais, mas atingir diretamente a cultura de países e, mais especificamente, o modo de pensar de bilhões de indivíduos educados para se tornarem produtores-consumidores.
Longe de ser anacrônica, a teoria de Domenico já encontra adeptos em todo mundo. Inclusive nas grandes empresas há casos de empregados que desenvolvem suas atividades em casa ou mesmo possuem horários de trabalho totalmente flexíveis.
Mesmo àqueles para os quais a idéia do ócio criativo possa parecer intangível, a leitura ainda será proveitosa por se tratar de uma verdadeira aula de história da sociedade industrial.
por M.A.Pizzolatto
Sociedade Literária Prometheus
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NOSSA ESCOLA PASSARÁ POR REFORMAS ... DEUSES TRABALHANDO ... Com o processo civilizatório que desenvolveu uma sociedade tecnológica m...
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Ashoka (Devanāgarī: Aśoka ḥ , 304 BC – 232 BC) was an Indian emperor of the Maurya Dynasty who ruled almost all of the Indian subcontinen...
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Lamentável o filme "Tropa de Elite", construído sobre ideologias reacionárias e violentas, não tem profundidade alguma na análise ...
