Este Blog é um Canal Transdisciplinar, portal de intercâmbio entre disciplinas acadêmicas e conhecimentos holísticos que fundamentam o trabalho terapêutico de Everton Cardoso Junior. Seu Canal para o Conhecimento que leva ao Autoconhecimento. Vejam meu Canal no YouTube www.youtube.com/c/iemc2 Sejam Bem-Vindos! Namastê (21) 99552-0700
quinta-feira, 3 de junho de 2010
1447 O FUTURO DE UMA ILUSÃO
domingo, 13 de dezembro de 2009
1363 LEILA LOPES
MAS COMO TERAPEUTA HOLÍSTICO CONSIDERO UM ATO DE DESESPERO
sábado, 28 de novembro de 2009
1335 CLASSE MÉDIA BRASILEIRA - UM PEQUENO RETRATO
1334 CLASSE MÉDIA BRASILEIRA - UM PEQUENO RETRATO
O modus vivendi de nossos heróis médio-classistas, cuja característica mestra consiste no “morar em apartamento”, contribuiu para a instituição de uma nova realidade urbana não apenas pela geração dos “filhos de apartamento”. Outra esquisitice daí proveniente mudaria de figura as nossas cidades: os empreendimentos imobiliários.
A evolução do “morar em apartamento” causou profundas mudanças na maneira como se constrói uma cidade. Se antigamente um edifício era projetado e implantado por um arquiteto, sobre uma malha urbana determinada por um urbanista, e colocado de pé por um engenheiro, atualmente a classe média só compra imóveis projetados por publicitários. O publicitário é uma figura de extrema relevância para a classe. É algo como um guru. Sua função extrapola a mera tradução dos valores do médio-classista e sua consequente materialização em forma de produto, para na verdade formatar a preferência desse cidadão e impor-lhe tudo aquilo que ele deve gostar. Se você quer ser um médio-classista normal, terá de gostar dessa situação. Do contrário será convencido por um publicitário.
Com a cidade sendo construída pelos empreendimentos do departamento de marketing, o desenho urbano e as relações sociais vão tomando a cara da classe média. Todo prédio tem um nome, que quando não é o nome de um médio-classista falecido (com sobrenome italiano), é um estrangeirismo. Os idiomas preferenciais são o inglês, o francês e o próprio italiano.
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Também há o “Woman’s Space”, para ficar vazio, enquanto você frequenta o salão do momento. O “Espaço Gourmet”, para dizer aos outros que você é refinado e cozinha por prazer, enquanto a empregada deixa tudo pré-pronto em segredo, e ainda lava as panelas. O “Fitness Center”, para ficar vazio, enquanto você paga uma academia perto do trabalho, e muitas outras salas com nomes estrangeiros. O objetivo disso, além de encarecer absurdamente o condomínio, é fornecer argumentos ao publicitário para que o tamanho dos apartamentos seja cada vez mais diminuto, no pressuposto de que ninguém ficará lá dentro com tantas atividades dando sopa no pilotis.
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Para o médio-classista é muito difícil arrumar um tempo pra ler. A vida atribulada, os negócios, a ralação diária para garantir as contas pagas (graças a Deus), os filhos, a faculdade, nada disso deixa tempo para uma boa leitura. Mas isso tem de ser feito, pois a superioridade intelectual é inerente à classe, e não há como declamar nas seções de cartas da revista semanal sobre a falta de instrução do povão se você não ler seus dois livros anuais.
Quem não tem tempo para ler tem de ser seletivo, e ser seletivo é uma especialidade do cidadão da classe. Então, para que todo mundo na Book Store saiba que você é classe média, vá direto aos best sellers. Ali você terá segurança para escolher um livro “da moda”, um livro que fará todo mundo no seu trabalho te admirar, um livro que todos vão querer emprestado. Apareça com algum best seller da semana e incremente sua reputação tanto de “culto” quanto de “antenado”, igual àquele cara que introduziu O Código da Vinci na turma do escritório. A lista dos mais vendidos nunca erra.
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Será o primeiro Eco-Security-Residence do Brasil.
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Para quem quer se comportar como a classe média brasileira, um ótimo ambiente de observação é o trânsito de nossas grandes cidades. Ali podemos estudar, por imersão total e com riqueza de detalhes, os valores desse peculiar grupo social.
O médio-classista encara o trânsito como se fosse uma grande batalha em defesa do seu direito individual prioritário de ir e vir, o que significa que cada indivíduo da classe, no trânsito, tem prioridade um sobre o outro e vice-versa (numa estranha equação ainda não resolvida pela matemática). E todos têm prioridade sobre os pedestres (esse ponto já é bem mais fácil de entender).
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Você, aprendiz de médio-classista, precisa aprender que é necessário se revoltar com as atuais condições do trânsito. Assim, no seu papel de cidadão politizado e pagador de impostos, deve exigir das autoridades que abram espaço na cidade para mais carros. Que desapropriem, botem a cidade abaixo, mas garantam a duplicação das vias até resolver o problema. Fique revoltado também pelo fato de o governo se preocupar mais em, violentamente, coibir seu direito sagrado de ingerir álcool do que abrir mais acessos para o seu carro trafegar mais rápido.
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Para se tornar um genuíno membro da classe média brasileira, você não pode ser racista. Simplesmente porque, na ótica da classe, o racismo não existe no Brasil. Não existe privilégio para nenhuma raça, tudo se pode conseguir pelo esforço e trabalho, seja a pessoa médio-classista ou negra. Convença-se disso.
Racismo, hoje, talvez só nos Estados Unidos. Ali sim já se praticou racismo “do bom”, racismo “de raiz”, onde qualquer um pode encher um neguinho de porrada ou atear fogo na casa dele quando quiser... Mas, hoje, nem lá as coisas são como eram... o presidente deles é negro, então os negros não têm do que reclamar.
Tome cuidado! Essa história de cotas, de segregação racial, de discriminação e tratamento diferenciado não pode afetar sua culta percepção do mundo, a percepção de quem recebeu uma bela educação paga nos melhores colégios católicos. Você deve entender isso como mera coisa de livros de História, que ninguém lembra mais, da época em que trouxeram os negros escravizados da África, situação que logo mudou quando a Princesa Isabel assinou a tal parada, e desde então brancos e negros têm acesso ao que quiserem em igual condição.
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Diga que você acha estranho, mas talvez, por uma questão de gosto pessoal, eles prefiram jogar capoeira a ir para a universidade (novamente contenha a indignação de palestrante culto). E dê o veredicto: se os negros estão reclamando, botando a culpa nos brancos, querendo cotas, se organizando em grupos culturais, movimentos de ações afirmativas e bandas de música black, eles é que são racistas. (Neste ponto, você fica autorizado pela audiência a ignorar a autocontradição.)
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O médio-classista não apenas acredita em Deus, como acredita que Deus gosta mais dele que dos outros. Não obstante sempre soltar um “graças a Deus” a tudo que se refere a seu patrimônio, quem é da classe justifica sua condição de privilégio com o status autodeclarado de vontade divina.
É uma espécie de herança torta das antigas dinastias e da nobreza europeia, de quem os médio-classistas acreditam piamente descender em linhagem pura e imaculada. Tal qual seus espelhos (distantes geográfica e cronologicamente), eles pretendem incutir no interlocutor a ideia de que seu bom berço é uma escolha divina, em detrimento da família meia-boca de quem estiver ouvindo. Por isso, eles não se acanham em recorrer ao seu deus para as coisas mais corriqueiras de suas vidas.
Portanto, se você pretende entrar para o seleto e abençoado mundo da classe média, trate de colocar Deus no meio de suas frases, dizendo que é culpa Dele você possuir bens materiais, e seu empregado não.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
1304 UNIBAN DOGVILLE
domingo, 30 de março de 2008
486 ESPIRAIS CÓSMICAS
ESPIRAIS CÓSMICAS
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
433 AMAZÔNIA USA COMPANY
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
432 TROPA DE ELITE = FASCISMO
"A "Variety", um dos veículos mais influentes da indústria cinematográfica, publicou nesta segunda-feira (11) uma crítica contundente sobre o filme brasileiro "Tropa de elite", exibido internacionalmente pela primeira vez durante o Festival de Berlim esta manhã. No texto, assinado pelo crítico Jay Weissberg, o longa de José Padilha é descrito como "a celebração da violência pelo bem, que funciona como peça de recrutamento para criminosos fascistas".
O autor sugere também uma suposta semelhança entre o uniforme e o distintivo do Bope - o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio - com os da brigada Cabeça da Morte (Totenkopf), guarda de elite da SS nos campos de concentração nazistas. Um dos argumentos da crítica de Weissberg consiste na escolha de Padilha em narrar a história a partir da visão de Capitão Nascimento (Wagner Moura), o que "reforça a identificação, mas também aliena os espectadores inteligentes que não precisam de explicações para cada conceito que já está sendo mostrado visualmente". "Ainda que o filme tenha sido o mais visto de 2007 no Brasil, o público de filmes de arte não deve perdoar o inescapável ponto-de-vista de direita", avalia Weissberg. O crítico da "Variety" reconhece, no entanto, que "Tropa de elite" traça um "retrato honesto" das favelas cariocas e da corrupção no sistema policial", mas afirma que isso é feito "celebrando policiais psicopatas e ridicularizando quaisquer tentativas de ativismo social"."
domingo, 23 de dezembro de 2007
368 INDIGENISMO
Indigenismo
En primer lugar, la que estima el paso de. España como algo advenedizo y extraño que se yuxtapone a la población autóctona y que es preciso sacudir y expulsar con objeto de que aquellas espléndidas civilizaciones vernáculas recobren su vigor y su grandeza primitivos. La América española es una creación artificial, lo que cuenta es Indoamérica, e indigenismo se llama la doctrina redentora que es necesario predicar frente a la opresión de la conquista. Se utilizan los tópicos conocidos, se montan leyendas con hecatombes de indios pacíficos e inocentes y de tal modo se exagera la nota de brutalidad de los españoles, que Clemente Orozco, uno de los mas grandes pintores mejicanos, no ha podido por menos, criticando el indigenismo, que escribir estas paginas humorísticas: "La Conquista no debió haber sido como fue. En lugar de capitanes crueles y ambiciosos, España debió mandar una delegación numerosa de etnólogos, antropólogos, arqueólogos, ingenieros civiles, cirujanos, dentistas, veterinarios, médicos, maestros rurales, agrónomos, enfermeras de la Cruz Roja, filósofos, filólogos, biólogos, críticos de arte, pintores murales y eruditos en Historia. A1 llegar a Veracruz, desembarcar de las carabelas carros alegóricos enflorados y en uno de ellos Hernán Cortes y sus capitanes, llevando sendas canastillas de azucenas y gran cantidad de flores, confetis y serpentinas para el camino de Tlaxcala. Y después de rendir pleito homenaje al poderoso Moctezuma, establecer laboratorios de bacteriología, neurología, rayos X, luz ultravioleta, un departamento de asistencia pública, universidades, kindergartens, bibliotecas y bancos refaccionarios... Poner a Alvarado, a Ordaz, a Sandoval y demás varones fuertes de gendarmes, a cuidar las ruinas... Aprender ellos mismos los 782 idiomas diferentes que se hablaban. Respetar la religión indígena... Impulsar los sacrificios humanos, con departamento de engorde y maquinaria moderna para refrigerar y enlatar y sugerirle, muy respetuosamente, al gran Moctezuma que estableciera la democracia en el pueblo, pero conservando los privilegios de la aristocracia." Pero es que la construcción ideológica de Indoamérica es radicalmente falsa en su base y deletérea edemas, si de la misma se deducen sus naturales consecuencias. Es falsa en su base porque, sin perjuicio de los abusos inherentes a toda empresa humana, la medula del quehacer español en América no fue otra que la expansión del Evangelio. La Conquista no fue encomendada a empresas comerciales, provistas de concesiones y privilegios, que asegurasen, en todo caso, rentas ajustadas a la Corona, ni fue tampoco el resultado de una huida de grupos disidentes que buscaban cobijo a su preciosa libertad. La empresa española fue una empresa del pueblo y del Estado, fieles, absolutamente fieles, a la convicción ortodoxa que pliega y subordina los intereses temporales al mas alto servicio de Dios y de las almas. Por esto -y vuelvo a repetir que sin ocultar la existencia de pecados y pecadores-, cuando Alonso de Ojeda desembarca en las Antillas en 1509, no les dice a los indios que los descubridores pertenecen a una raza superior y distinta, sino que, animándoles, les enseña que "Dios Nuestro Señor, que es único y eterno, creo el cielo y la tierra y un hombre y una mujer de los cuales vosotros y yo, y todos los hombres que han sido y serán en el mundo, descendemos". "Nuestros amigos los indios", repetirán los Reyes de España, y para ellos, para que fueran respetados y amados como iguales, se dicta ese monumento de las Leyes. de Indias, que ahí está para gloria de los hispanos y vergüenza de los fariseos que han querido ocultar sus lacras vergonzantes lanzando manotadas de cieno sobre la estampa limpia de la verdad. Pero la construcción ideológica de Indoamérica no solo es falsa en su base, sino que es absurda en sus resultados, sobre todo si entre ellos se aspira a buscar estímulos y resortes a la unidad de nuestros pueblos. En primer lugar, países como Argentina, Uruguay y Costa Rica, donde apenas si existen vestigios de la población autóctona, quedarían automáticamente separados del movimiento;. Por otro lado, habría que detener el mestizaje, que los auténticos indigenistas han de considerar como producto híbrido, como una yerba malsana que es necesario expulsar o destruir con tanto o con mas ahínco que aquellos cuyo color y contextura siguen representando la conquista. Finalmente, conseguidas las metas deseadas y repuesta la situación en el punto de partida, en el instante mismo en que las culturas aborígenes quedaron paralizadas, nos encontraríamos con el espectáculo desesperante de miles de tribus, ligadas tan solo por el vinculo lugareño, separadas por abismos de incomprensión y de idioma, sin conciencia histórica nacional, entregadas a practicas y costumbres primitivas y, en muchos casos, despóticas y sanguinarias. La construcción ideológica de Indoamérica es inadmisible. Si hay algo en el indigenismo que merece beligerancia y que ha de recogerse con cariño y con amor es aquello que tiene de inquietud por mejorar el nivel de vida de los indios, en demasiadas ocasiones bajo, desolador e infrahumano; lo que tiene de afán por ir agregando a la cultura a las tribus en estado salvaje; lo que tiene de ambición por ofrecerles la posibilidad de ser, como ha escrito Lain, lo que fue en su época y con respecto a los hombres de su raza, el Inca Garcilaso. Pero esto no es otra cosa que Cristianismo a secas, continuación de esa sinfonía inacabada que hemos llamado la Hispanidad. La que prolongan, ensanchan y continúan los misioneros en las auras avanzadas de los infieles; la que hace de lo español, como escribe el chileno Jaime Eyzaguirre, no un elemento más en el conglomerado étnico, sino el factor decisivo y aglutinante, con fuerza y genio capaz de atarlos a todos, de armonizar las lenguas dispares de Méjico y hacer de Chile, no ya el nombre de un valle, sino la denominación de una vasta y plena unidad territorial. Si alguna vez hubo desprecio hacia los indios, no fue realmente durante la Colonia, sino en los años inmediatos y subsiguientes a la emancipación. Jamás fueron escuchados de labios peninsulares sentencias tan auras como esta de Sarmiento: "Los araucanos son indios asquerosos a quienes habríamos hecho colgar y mandaríamos colgar ahora"; y jamas, durante la época colonial, se produjo la situación de Guatemala en 1870, cuando el Presidente Barrios anuló e incluso ordenó destruir los títulos de propiedad otorgados a los indios quiché por la Corona de España, aboliendo una situación legal avalada por siglos de existencia y deshaciendo, con daño del país, un orden económico que había traído la paz y la ventura a los indígenas. Lo que hay de auténtico y de valioso en el indigenismo es patrimonio de la Hispanidad, en cuanto que la Hispanidad tiene un núcleo medular cristiano. Ramiro de Maeztu, al enfrentarse con el problema "nativista", como se llama en Brasil la doctrina que mantiene la postura indoamericana, ha escrito de modo admirable: "Cuando el azteca culto compare un día la gran promesa que significa la catedral de Méjico, con la miseria, la ignorancia y las supersticiones de muchos de sus hermanos, es muy posible que se le ocurra renegar de la promesa y declararse enemigo de la Iglesia católica. Pero también es muy posible que vislumbre que la obra de la Hispanidad no está sino iniciada, que consiste precisamente en sacar a los indios y a todos los pueblos de la miseria y de la crueldad, de la ignorancia y de las supersticiones. Y acaso entonces se le entre por el alma un relámpago de luz que le haga ver que su destino personal consiste en continuar la obra en la medida de sus fuerzas. A1 reflejo de esa chispa de luz, habrá surgido un caballero de la Hispanidad, que también podrá ser un duque castellano, o un estudiante de Salamanca, o un cura de nuestras aldeas, o un hacendado brasileño, un estanciero argentino, un negro de Cuba, un indio de Méjico o Perú, un tagalo de Luzón o un mestizo de cualquier país de América, así como una monja o una mujer intrépida, porque si un ideal produce caballeros, también han de nacerle damas que le sirvan.". *
Texto de Blas Piñar, In: Mistica y Politica de Hispanidad
www.hispanidad.tripod.com
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NOSSA ESCOLA PASSARÁ POR REFORMAS ... DEUSES TRABALHANDO ... Com o processo civilizatório que desenvolveu uma sociedade tecnológica m...
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Ashoka (Devanāgarī: Aśoka ḥ , 304 BC – 232 BC) was an Indian emperor of the Maurya Dynasty who ruled almost all of the Indian subcontinen...
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Lamentável o filme "Tropa de Elite", construído sobre ideologias reacionárias e violentas, não tem profundidade alguma na análise ...


